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PD - Revista Sabe Bem

Edifícios da STCP convertidos em alojamento local de luxo

Edifícios da STCP convertidos em alojamento local de luxo

Os dois edifícios da antiga sede da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), classificados pela autarquia portuense como de “interesse patrimonial”, e um terceiro prédio contíguo foram reabilitados para alojamento local de luxo e abriram na segunda-feira. O investimento total foi de três milhões de euros.

Localizados na Avenida da Boavista, junto à Casa da Música, os dois edifícios datados do século passado que serviram de antiga sede da STCP e que estão classificados como de “interesse municipal”, bem como um terceiro prédio de entidade privada, foram reabilitados pela marca Porto Deluxe com a manutenção da traça original.

“Pretendemos fazer aqui uma reabilitação mantendo a traça do edifício (…). Fizemos um esforço enorme por manter a traça original”, avançou à Lusa Judite Carqueja, da Porto Deluxe, citada pelo Diário de Notícias.

Nos pisos clássicos foram mantidos os “tetos trabalhados”, o “pé direito de três metros” ou os “lambris de 90 centímetros”, enquanto que nos pisos térreos, as antigas caves, os apartamentos completos têm um “ambiente ‘zen'” com lareira e jacuzzi na varanda.

Segundo a responsável, nos pisos das águas furtadas, o ambiente é “rústico moderno”, onde se destacam as traves de madeira no teto e as claraboias.

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Ainda segundo o DN, o empreendimento permite ao visitante uma experiência turística, aliando o luxo típico de uma casa burguesa do antigamente às modernidades atuais, como Internet sem fios, ar condicionado, energia solar, parque de estacionamento para dez viaturas e carregamento para carros elétricos.

O empreendimento esteve na semana passada num regime de ‘soft opening’, sendo a maioria dos clientes estrangeiros, oriundos de França, Alemanha e Espanha, mas também da Coreia do Sul, Estados Unidos da América, Austrália, África do Sul, contou a empresária.

O investimento total rondou os três milhões de euros, valor que inclui a aquisição dos edifícios, que foi cerca de meio milhão de euros.

Foram criados 14 postos de trabalho (quatro diretos), sendo que a capacidade máxima atual é de 70 pessoas, entre apartamentos T3 ou apenas ‘suites’.

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