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Dívida da Câmara do Porto atinge mínimo histórico

Dívida da Câmara do Porto atinge mínimo histórico

Rui Moreira vai levar à aprovação do Executivo, na próxima terça-feira, um relatório de prestação de contas de 2017 que apresenta “as melhores contas do milénio”. Apesar de ter baixado a carga fiscal sobre os munícipes nos últimos quatro anos, a receita fiscal está a aumentar.

A dívida da Câmara está agora no mínimo histórico deste milénio, situando-se em 31 milhões de euros, cobertos pelo saldo existente, apesar dos investimentos na cidade terem crescido substancialmente nos últimos quatro anos e do prazo de pagamento de faturas a fornecedores ser de apenas sete dias.

Numa nota de Moreira divulgada no portal de notícias da autarquia, este refere que “o Relatório de Prestação de Contas de 2017, ano de fecho de mandato, confirma, em definitivo, a ideia da consolidação das políticas municipais enunciadas em 2013, aquando da tomada de posse”.

A aposta na cultura “não apenas existiu, como todos os portuenses sabem, como é sustentável. E, de facto, se algo este relatório, como os anteriores, vem demonstrar, é que se pode investir na cultura, ter sobre ela uma atitude pró- ativa e respeitadora da liberdade criativa dos agentes culturais, fornecer serviços culturais de alto valor a preço social e manter as boas contas”, disse.

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“Ainda assim, note-se, o Município do Porto investe no setor cultural, diretamente, quase cinco vezes mais do que investe, por exemplo, no setor do turismo. Do lado da despesa temos, pois, um orçamento cumpridor do programa de governação, cumpridor dos desígnios eleitorais e sustentável”.

Nas palavras do autarca do Porto, o saldo da gerência apresenta “um acumulado histórico. Não deixarei que se diga que ter capacidade de investimento e de endividamento é mau. Porque é essa capacidade que permite ao Município avançar com obras estruturantes como as do Mercado do Bolhão, do Terminal Intermodal de Campanhã ou ter capacidade de intervenção com as novas políticas de habitação”.

Ou seja, “o Porto está bem e recomenda-se do ponto de vista das suas contas públicas, conforme agências de notação financeira como a Fitch têm vindo a assinalar. E recomenda-se, sobretudo, pela liberdade que as suas boas contas proporcionam ao poder político que as criou e as sustenta. É essa liberdade para investir naquilo que eleitoralmente foi sufragado que me orgulho de poder exercer enquanto presidente da Câmara Municipal do Porto”, remata.

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