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Desempregados combatem incêndios em Santo Tirso

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O trabalho das equipas começou no Monte Padrão, espaço verde que o presidente da autarquia tirsense gostaria que fosse considerado um Parque Metropolitano.

O Dispositivo Municipal de Defesa Contra Incêndios de Santo Tirso entrou “em ação” esta segunda-feira, com duas equipas formadas por desempregados de longa duração e militares da GNR montados a cavalo.
Rui Baptista, de 31 anos, estava sem trabalho há ano e meio quando aceitou o desafio do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e da autarquia. “Além de ser um serviço útil para o concelho, vim pela remuneração. Na formação aprendi a avaliar se algo está a arder muito ou pouco e como devo estar atento às pessoas que frequentam a mata”, contou, acrescentando que fez contrato com o dispositivo municipal por um ano. O projeto, que envolve um investimento de cerca de 125 mil euros, integra mais oito desempregados: quatro estão na equipa de limpeza e cinco na de vigilância. O trabalho das equipas começou no Monte Padrão, um espaço verde que contém um castro e que o o presidente da autarquia tirsense, Joaquim Couto, gostaria que fosse considerado um Parque Metropolitano.
Com salário e algumas ajudas de custo, cada pessoa receberá algo a ultrapassar os 500 euros mensais. “Cada equipa custa à Câmara sensivelmente 45 mil euros. Juntando a estes valores limpeza de caminhos e acessibilidades, estamos a falar de 125 mil euros de investimento neste programa”, frisou o responsável.

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