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Cortejo de luto pelo estudante morto no recinto da Queima das Fitas

Cortejo de luto pelo estudante morto no recinto da Queima das Fitas

“Talvez a grande lição dos 19+1 e poucos anos seja aprender que o equilíbrio só acontece quando você abre mão de coisas importantes. Que perder dói, que vencer envolve sacrifícios que você nunca imaginaria passar. Mas é também a hora de arriscar, de tentar, de quebrar a cara e de esquecer, de uma vez por todas, que algo pode ser definitivo. Tudo é definitivo até mudar!”.
Os caloiros da faculdade usavam todos, no braço, uma fita preta em sinal de luto. Antes de arrancar o cortejo, Fernando Borges, um antigo membro do Magnum Consilium Veteranorum – órgão máximo da praxe no Porto – falou aos estudantes da Faculdade de Desporto, tendo depois explicado à agência Lusa que lhes disse que “a melhor homenagem” a Marlon Correia seria “divertirem-se e estarem felizes”, já que o estudante “foi feliz enquanto foi académico”. “Ao contrário do que as pessoas estão a dizer, o Marlon tem a maior honra que um académico pode ter: tem todas as Queimas do país dedicadas a ele”, defendeu, considerando que o jovem foi “vítima de um país que não é normal”.
O cortejo, no Porto, termina sempre com a passagem na tribuna, localizada na avenida dos Aliados, e os primeiros a cumprir a tradição, o Magnum Consilium Veteranorum, não esqueceram Marlon Correia, tendo-lhe dedicado um poema e um grito académico.

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