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Conselho Metropolitano do Porto decide fundir agências de energia

Conselho Metropolitano do Porto decide fundir agências de energia
O Conselho Metropolitano do Porto (CMP) decidiu apostar num modelo de fusão da Agência de Energia do Porto (AdEPorto) com a Agência de Energia do Sul da Área Metropolitana do Porto (ENERGAIA).

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O organismo considera que, tendo em conta os próximos fundos comunitários (Portugal 2020) e o Acordo de Parceria, em que a promoção da eficiência energética está entre as áreas de investimento público com potencial relevante de retorno financeiro, não faz sentido existirem duas agências de energia na AMP.
Segundo defendeu o presidente da autarquia portuense, Rui Moreira, esta será a forma de os 17 municípios da AMP poderem “acautelar aquilo que são os seus desígnios”. “Um instrumento único seria uma grande vantagem”, reconheceu, realçando a importância de haver uma união de todos os autarcas. Também o presidente da Câmara de Espinho, Pinto Moreira, concordou com a criação de uma só agência para a AMP, sublinhando, ainda assim, que a ENERGAIA tem “uma situação financeira sustentável” e “o processo de fusão não pode prejudicar o know-how e o modelo de gestão” da agência. “Se estes princípios forem respeitados com certeza que a futura agência de energia será um sucesso”, frisou.
De recordar que esta agência foi criada em 1999, por iniciativa da autarquia gaiense, tendo, depois, alargado a sua atividade aos municípios de Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Espinho, São João da Madeira e Vale de Cambra.

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