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Conheça o trilho encantado dos Moinhos de Rei

Conheça o trilho encantado dos Moinhos de Rei

Já ouviu falar nos Moinhos de Rei? É provável que não, até porque são um dos vários tesouros escondidos do Norte do país. Ficam em Cabeceiras de Basto, entre as bonitas colinas da região, sendo que os moinhos nos transportam para um passado histórico, onde a moagem de cereais era uma das atividades principais do sítio em questão. A utilidade já não é tão evidente, é verdade, mas mesmo assim, uma coisa é certa: os Moinhos de Rei são um incrível marco histórico, que carregam, de geração em geração, o património de uma região repleta de encantos. 

Primeiro de tudo, vamos recuar um bocadinho no tempo. Um bocadinho, como quem diz uns séculos, quando os moinhos foram mandados construir por D. Dinis, “O Lavrador”, cognome atribuído pelo incentivo dado à agricultura e à indústria no país. A título de curiosidade, D.Dinis foi também um distinto poeta, tendo escrito inúmeras cantigas em galego-português.

As águas passaram, os anos correram, e as coisas mudaram. Numa sociedade cada vez mais tecnológica, é compreensível que a tecnologia moderna fosse substituindo os típicos Moinhos de Rei. No entanto, calma! A sua pegada histórica permanece bem visível.

Num Portugal cada vez mais turístico, também Cabeceiras de Basto e os seus moinhos são um ponto de atração para quem visita o norte de Portugal, onde quem visita pode viajar, diretamente, até ao passado e ser testemunha da bela complexidade associada à arquitetura dos antigos moleiros. Como se, por si só, não fossem bonitos o suficiente, os moinhos ainda se erguem de forma quase poética sobre o topo de uma colina, permitindo a obtenção de uma vista monumental, pela sua beleza e contexto histórico.

Os Moinhos de Rei, conhecidos por muitos como os moinhos do “trilho encantado”, por si só, são convidativos. No entanto, conhecer esta bonita terra, e os moinhos em particular, é, como nos diz a gíria, juntar o útil ao agradável: em primeiro lugar, pela beleza que nunca é demais referir; em segundo lugar, porque é compatível com eventuais necessidades, comuns a um dia de passeio. Assim sendo, existe uma área de lazer com: mesas, bancos, churrasqueiras e parque infantil, ideais para um bom piquenique ou, apenas, para relaxar.

Caminhar por entre os trilhos de Moinhos de Rei é ter a possibilidade de desligar de tudo e de poder, simplesmente, usufruir do melhor que a natureza tem para lhe oferecer. Numa paisagem rural, pautada pela frescura, pelos tons de verde e pelo satisfatório barulho da água a correr, a tranquilidade ímpar que este sítio transmite é um dos pontos em destaque do local, que mais parece retirado de um filme da Disney.

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Os trilhos, por onde pode apreciar as culturas agrícolas, as casas típicas, as pontes românicas, as levadas e as fontes, têm a extensão de 6 km e recebem todos os anos, especialmente no verão, centenas de visitantes.

Uma outra curiosidade associada ao local é que, para além de apreciar, pode também aprender. A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, com o intuito de fazer perdurar artes antepassadas do local, disponibiliza oficinas pedagógicas, nas quais se pode aprender a fazer pão à moda antiga, a tecer com lã ou linho, a fazer cestos ou bonecos com palha ou a pintar com tintas naturais.

E porque passear dá fome, não se esqueça daquele que é um dos maiores prazeres do ser humano: pois claro, comer. Ir a Cabeceiras de Basto é uma oportunidade única para experimentar o famoso fumeiro de Basto, os enchidos caseiros e os queijos artesanais.

Por tudo isto e muito mais, recorremos à sabedoria popular, que raramente nos falha, para chegar a uma conclusão: é preciso ver para crer. As fotografias ajudam, mas nada como sentir o aroma a tranquilidade da zona em questão, para perceber que os Moinhos de Rei é um destino a repetir.

Se anda atrás de uma escapadela em casal, em família, ou até mesmo individual, é com muito prazer que o informamos que acabou de encontrar o destino certo. Visite os Moinhos de Rei e atreva-se a explorar este belo tesouro escondido em Cabeceiras de Basto, onde paz e tranquilidade nunca faltam.

Fotografias: Vortexmag

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