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Coliseu do Porto recebe primeira ópera inspirada em Miguel Torga

Coliseu do Porto recebe primeira ópera inspirada em Miguel Torga

A temporada lírica e sinfónica do ano do Coliseu do Porto inaugura esta sexta-feira, 4 de março, com “Mátria”, a primeira ópera criada em Trás-os-Montes, que reflete uma história atual sobre “a sociedade que fomos e continuamos a ser, e onde os personagens se assemelham tantas vezes a cada um de nós”.

Em comunicado, o equipamento portuense realça que se trata da primeira ópera em Portugal baseada na obra de Miguel Torga, nomeadamente nos “Contos da Montanha”, editados em 1941, e nos “Novos Contos da Montanha”, editados em 1944.

O libreto foi escrito por Eduarda Freitas e transformado em música pelo compositor Fernando C. Lapa.

“A história passa-se numa aldeia transmontana, onde um rapaz vive fascinado com as histórias de encantar, acreditando que há um tesouro escondido na barriga do monte para onde leva as ovelhas”, avança ainda o Coliseu do Porto.

Do livro “Contos da Montanha”, prossegue, foram usados os contos “A Maria Lionça”, “Um Filho”, “A Ladainha”, “O Vinho” e “A Vindima”, enquanto do livro “Novos Contos da Montanha” estão representados “O Pastor Gabriel”,”O Caçador”, “O Sésamo”, “O Regresso”, “Destinos”, “A festa” e “O Senhor”.

Importante referir que “Mátria”, evento marcado para as 21h00, representa o regresso dos “grandes corpos artísticos” ao palco e ao fosso de orquestra, interditado nos últimos dois anos devido às restrições impostas pela pandemia. Em palco vão estar dois coros, cerca de 30 músicos da Orquestra Mátria, com direção do maestro Jan Wierzba, e sete solistas nacionais, nomeadamente Job Tomé, Mário João Alves, Paulo Lapa, Tiago Matos, Regina Freire, Ana Isabel Santos e Madalena Tomé.

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