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Cinco docentes de medicina moçambicanos concluem formação nos hospitais do Porto

Cinco docentes de medicina moçambicanos concluem formação nos hospitais do Porto
Uma mão cheia de docentes de medicina moçambicanos vai concluir este domingo uma formação de dois meses nos hospitais do Porto, no âmbito da iniciativa “Health 4 Mozambican Children and Families”, destinada a melhorar a sua qualificação técnica.

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Segundo explicou Carla Rêgo, presidente da organização não-governamental Health4Moz, promotora do projeto, os estágios pretendem colocar professores e alunos de faculdades moçambicanas em contacto “com outra realidade, abrindo mentes e criando canais de ligação”. De referir que a organização conta já com nove missões de intercâmbio que foram apenas estendidas a docentes da Universidade Lúrio (UniLúrio). “Só quando vim para o Porto é que consegui ter a perceção de como as coisas devem ser feitas” reconheceu a professora de medicina dentária Énia Custódio, defendendo que, em Moçambique, é necessário “inovar e rentabilizar” recursos. A docente considera que aquele país africano não vai conseguir “chegar ao ponto da Europa, porque esta evolui muito rápido”. Ainda assim, diz acreditar numa melhoria do sistema, que precisa “do básico” e de laboratórios “condignos”.
De acordo com a presidente da Health4Moz, “a qualificação técnica e científica dos alunos, futuros profissionais de saúde, é má porque [a Universidade de Nampula] tem uma carência brutal em docentes e em qualidade de material científico para ensino e não tem uma grande conexão com as instituições de saúde ao ponto de permitir uma boa prática”. Os cinco professores efetuaram um estágio de dois meses, que envolveu os hospitais de São João e Centro Hospitalar do Porto e as faculdades de Medicina Dentária e Farmácia.

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