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Cientistas portugueses prometem revolucionar tratamento do cancro da mama

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Os cientistas analisaram o ADN e RDN de duas mil amostras de tumores retiradas de mulheres diagnosticadas com cancro da mama há entre cinco e dez anos, com a intenção de encontrar mutações genéticas que proporcionam o desenvolvimento de cancro. Os resultados permitiram a classificação da doença em pelo menos 10 subtipos, tendo em conta as caraterísticas comuns genéticas que se correlacionam com a sobrevivência.
Segundo Carlos Caldas, apesar de o estudo não conseguir beneficiar as mulheres que sofrem atualmente da doença, as descobertas podem “abrir caminho para que os médicos possam, no futuro, diagnosticar o tipo de cancro da mama que a mulher tem, os tipos de medicamentos que funcionarão, e os que não funcionarão, de uma forma mais precisa”.
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