Revista Sabe Bem PD - julho/agosto

Centro Português de Fotografia convida a uma viagem pela história da Casa Alvão

Centro Português de Fotografia convida a uma viagem pela história da Casa Alvão

Ao longo de 2021 e de 2022, o Centro Português de Fotografia (CPF) vai assinalar, com exposições, palestras e visitas guiadas, os 120 anos da Casa Fotografia Alvão, que ainda existe junto ao Café Majestic, no Porto.

A casa Fotografia Alvão foi fundada em 1901, tendo sido inaugurada a 2 de janeiro de 1902, na Rua de Santa Catarina, nº 100, na cidade do Porto, onde funcionara a Photo-Velo-Club. O estúdio fotográfico de Domingos Alvão perdura até aos dias de hoje, estando atualmente encerrado, devido à pandemia de Covid-19.

Para celebrar o 120.º aniversário da fundação e inauguração da Fotografia Alvão, o CPF preparou uma série de vários eventos, embora o seu calendário esteja dependente das restrições decorrentes da pandemia de Covid-19.

Assim, está prevista uma publicação mensal sobre a Casa Alvão nas páginas do CPF nas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter).

O programa inclui ainda a abertura, no Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto), de uma exposição com imagens do Fundo Fotografia Alvão, com exibição de equipamentos do mesmo fundo.

Segundo adianta a Lusa, citada pelo pporto.pt, estão também agendadas palestras, uma com o título “Retratos Perfeitíssimos, o retoque na Fotografia Alvão”, que poderá, de acordo com as circunstâncias, ser presencial ou ‘online’, em setembro, e uma outra sobre Salonismo em data a determinar.

Está ainda previsto um percurso guiado temático sobre a Casa Alvão, a ter lugar no dia 9 de outubro.

“Acompanhe-nos nesta viagem pela história da Fotografia Alvão!”, convida o Centro Português de Fotografia.

De referir que a Fotografia Alvão teve dois grandes mestres-fotógrafos, Domingos Alvão – que ganhou projeção e uma série de prémios nacionais e internacionais com fotografias sobre paisagens e costumes do Minho e Douro Litoral – e Álvaro Cardoso Azevedo.

O espólio da Casa Alvão foi adquirido pelo então Instituto Português do Património Cultural (IPPC), a Arnaldo Soares (atual proprietário), em 1982, após dois anos de negociações, que deram origem, em 1981, à abertura do processo de classificação.

O espólio ficou temporariamente depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis, para posterior tratamento e instalação em lugar adequado à sua conservação, estudo e divulgação.

A documentação é totalmente transferida, em 2001, para a sede definitiva do CPF, no edifício da antiga Cadeia da Relação, no Campo dos Mártires da Pátria.

A documentação deste fundo compreende as imagens relativas a levantamentos da área vinhateira do Douro, fábricas, hidroeléctricas, barragens, hospitais, bairros económicos, exposições, inaugurações, congressos, personalidades, paisagens, usos e costumes, regiões, localidades portuguesas, monumentos, urbanismo, transportes terrestres, retratos de estúdio e de grupo.

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