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CEC 2012: “O Estado tem de se sentar à mesa com a câmara de Guimarães”

Para o responsável, estruturas como a Plataforma das Artes e da Criatividade deveriam receber um apoio estatal semelhante ao que é atribuído a entidades como o Museu de Serralves, no Porto, ou Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Em declarações à Lusa, João Serra afirmou que “o Estado central tem de se sentar à mesa com a câmara de Guimarães”, de forma a discutir eventuais apoios à cidade. O responsável mostrou-se satisfeito pelo facto de a autarquia ter dado “um sinal fundamental ao fazer aprovar em orçamento três milhões de euros para a Oficina, o que garante o financiamento em condições idênticas às dos melhores anos de investimentos culturais”.
De acordo com o presidente da FCG, a CEC “trouxe um reforço do mercado cultural não apenas pelo lado da procura”, mas também da “produção” e “o programa cultural cumpriu o seu caderno de encargos”. “É comummente aceite que se tratou de um programa diversificado, com um excelente nível de qualidade artística e de pertinência em função do momento em que se vive e dos desafios e exigências que são postas à cultura como um elemento, também, de desenvolvimento e qualificação dos territórios”, defendeu. O responsável informou ainda ter desafiado o secretário de Estado da Cultura, Barreto Xavier, a realizar “um fórum, em março ou abril, para debater e refletir” a CEC, convidando à reflexão observadores locais, representantes de instituições e personalidades do mundo associativo, bem como a imprensa”.

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