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Casa de Camilo expõe presos da Cadeia da Relação do Porto

Casa de Camilo expõe presos da Cadeia da Relação do Porto

Os retratos dos prisioneiros foram realizados no âmbito dos estudos da Antropometria (parte da antropologia que se ocupa da determinação de medidas nas diversas partes do corpo humano), tendo sido na Cadeia da Relação do Porto a colocação do primeiro posto antropométrico policial. A fotografia era um utensí­lio de trabalho da ciência policial e judiciária, permitindo a verificação da identidade dos detidos, que iria contribuir para descobrirem os reincidentes das cadeias, pois os presos tentavam tudo para não serem reconhecidos, já que a pena seria sempre agravada nestas situações.
Esta exposição resulta de uma parceria com o Centro Português de Fotografia, que se une à Casa de Camilo nas comemorações dos 150 anos das primeiras edições das obras “Amor de Perdição” e “Memórias do Cárcere” (1862), que resultaram na realização de várias atividades, como o “Percurso Judicial Camiliano”, a 31 de março, pelas ruas mais emblemáticas do Porto, associadas ao processo judicial camiliano, a exposição “Mulheres de Camilo” que estará patente no CPF a partir de 24 de março e diversas visitas guiadas à ex-Cadeia e Tribunal da Relação, realçando as vivências camilianas, a partir da obra “Murmúrios do Tempo”.
A exposição está patente até ao dia 24 de junho e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 09h00 e as 17h30, e aos sábados e domingos, entre as 10h30 e as 12h30, e entre as 14h30 e as 17h30. A entrada é livre.

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