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Casa da Arquitetura não quer ser dona do acervo de Siza, garante Guilherme Pinto

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O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, sublinhou esta quinta-feira que a Casa da Arquitetura não pretende ser proprietária de nenhum acervo, frisando até que dá “dimensão” a Siza Vieira ter parte do seu arquivo noutros locais.

“Não vejo de que outra forma se poderia dar dimensão ao arquiteto Siza Vieira sem que parte do seu espólio esteja também noutros locais”, respondeu o autarca, à Lusa, quando questionado sobre a possibilidade de o arquivo do prémio Pritzker em 1992 ir para o Canadá.
De acordo com Guilherme Pinto, o município tem “assegurada uma parte importante do espólio de Siza Vieira, porque obras significativas do arquiteto são propriedade da autarquia” e a Casa da Arquitetura “não quer ser proprietária de nenhum espólio, quer ser um local onde se possa celebrar a arquitetura”. De referir que as edições desta quinta-feira da Visão e do jornal Público avançaram que o arquivo de Siza Vieira poderá ir para o Centro Canadiano de Arquitetura, em Montreal. Segundo o jornal diário, “à decisão de Álvaro Siza de partir para este processo não terá sido estranho o mal-estar que o arquiteto manifestou, já por diversas vezes, relativamente à falta de atenção que sente no seu país relativamente ao estado de alguns dos edifícios que projetou em solo nacional”.

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PD- Revista Sabe bem