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Casa Comum dedica podcast a “uma das vozes femininas mais importantes da ficção portuguesa contemporânea”

Casa Comum dedica podcast a “uma das vozes femininas mais importantes da ficção portuguesa contemporânea”

“Agustina à Boca de Cena”. Assim se intitula o mais recente podcast da Casa Comum, já com dois episódios lançados, dedicado à escritora Agustina Bessa-Luís, que nasceu em Amarante, em 1922. 

Entre “reflexões e pensamentos escritos em folhas soltas ou em cadernos de notas”, “papéis esquecidos em gavetas” e “apontamentos dispersos”, alguns deles inéditos, são vários os textos que os ouvintes poderão ficar conhecer e que deliciarão todos os “leitores e admiradores da escritora” e, por outro, constituirão “uma magnífica introdução à obra agustiniana”, resume Fátima Vieira, vice-reitora para a área da Cultura da U.Porto. 

Numa nota divulgada no portal da instituição, a responsável define Agustina Bessa-Luís como “uma das vozes femininas mais importantes da ficção portuguesa contemporânea” e recorda a missão da Casa Comum de “promover o acesso democrático à arte e à cultura”. 

“No caso particular de Agustina, trata-se de promover a obra de uma autora do Porto, Doutora Honoris Causa pela nossa Universidade, cuja atualidade se deve manter viva para as novas gerações”, justifica. 

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“A Viagem de trezentos passos”, publicado no Diário Popular, em 1965, e “Uma definição de mim mesma”, texto retirado de “Caderno de Significados”, publicado pela Guimarães Editora, em 2015, são os dois episódios que já estão disponíveis no podcast, onde, garante Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís e responsável pela seleção de textos, “o ouvinte às vezes suspende a respiração; outras vezes comove-se; outras vezes surpreende-o a cólera; outras vezes adormece”. 

“O escritor escreve. O leitor lê. Aqui, à boca de cena, ouve. Tem a palavra Agustina”, resume. 

Foto: Arquivo

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