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Câmara do Porto diz que “não está prevista” reativação do hospital de campanha

Câmara do Porto diz que “não está prevista” reativação do hospital de campanha

O Hospital de Campanha Porto., que, nos meses de abril, maio e junho ocupou o Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, com o intuito de aliviar a pressão sobre as unidades hospitalares da cidade, provocada pela pandemia de covid-19, não deverá ser reativado. A garantia é da Câmara Municipal do Porto que, em entrevista à Agência Lusa, segundo o Notícias ao Minuto, afirmou que “não está prevista a reativação do hospital”. 

Erguido em 17 dias, o Hospital de Campanha Porto. foi montado pela autarquia, com a colaboração de diversas entidades, e resultou de um protocolo assinado com os dois centros hospitalares da cidade e com a Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, estando a funcionar, com doentes internados, desde o dia 14 de abril. 

Encontrava-se dividido em três pisos, com “27 enfermarias (a maioria delas com seis camas cada), um posto de comando, uma cantina e uma área de descanso, só no piso 0 (da arena propriamente dita)”. No piso inferior verificava-se a existência de “mais 160 camas, balneários com chuveiros, e no piso 1 zonas de descanso apetrechadas com pequenos eletrodomésticos, como frigoríficos e microondas, um armazém, uma área reservada ao economato e uma farmácia”. 

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Recorde-se que esta infraestrutura foi desativada cerca de um mês depois de receber os primeiros doentes, sendo que só foi desmontada em meados de junho, depois de ter estado 11 dias consecutivos sem registar novos casos de infeção. 

Além de ajudar a aliviar a pressão das unidades hospitalares da cidade, o hospital foi também fundamental para garantir que a Câmara do Porto tinha sempre locais para a separação de utentes com teste positivo e negativo, que provinham do pioneiro programa de testagem aos lares da cidade. 

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