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Câmara do Porto assegura transporte aos centros de vacinação

Câmara do Porto assegura transporte aos centros de vacinação

A partir desta terça-feira, 9 de fevereiro, todos os munícipes do Porto que forem convocados para a vacinação contra a covid-19 têm transporte assegurado, em táxi, de e para os locais de vacinação, por um “custo muito reduzido”. 

A medida surge depois da autarquia, liderada por Rui Moreira, ter fechado o acordo, anunciado no final do mês de fevereiro, com as duas centrais de táxi da cidade, a Raditáxis e a Táxis Invicta, permitindo, assim, à população uma “solução de mobilidade rápida, cómoda e económica”. 

“Por apenas dois euros, o munícipe pode requerer um táxi, que assegurará o trajeto de ida, podendo ainda fazer-se acompanhar por um familiar ou pessoa amiga. Caso pretenda realizar o percurso ida e volta, o mesmo tem um custo total de 4 euros”, explica a Câmara Municipal, em comunicado. 

Além do preço reduzido, sublinha o Porto., entre as vantagens está também o facto do serviço de transporte em táxi “chegar a zonas não abrangidas pela rede de metro, autocarro ou de comboio” assim como facilitar também “a deslocação de população com limitações a nível da sua mobilidade”. 

Com esta medida, a autarquia pretende também apoiar o setor do transporte em táxi, que tem sofrido “uma quebra considerável na procura”. 

Os munícipes interessados em requerer o transporte devem fazer o agendamento prévio, através do contacto telefónico 939 955 263.

Rui Moreira quer prioridade na vacinação para pessoas com deficiência e seus cuidadores 

O autarca da Câmara Municipal do Porto apresentou uma proposta, aprovada, por unanimidade, na última reunião do executivo, que visa incluir pessoas com deficiência e seus cuidadores na primeira fase de vacinação contra a covid-19.  

O documento pressupõe a consideração como prioritárias de “pessoas com autismo, deficiência mental, paralisia cerebral e outras deficiências incapacitantes, com, pelo menos, mais de 16 anos, desde que tenham associadas qualquer das patologias enunciadas para a 1.ª fase ou 2.ª fase da vacinação (doenças respiratórias, insuficiência cardíaca, doença coronária, diabetes, hipertensão arterial, obesidade…) e pessoas com autismo, deficiência mental, paralisia cerebral e outras deficiências incapacitantes, com, pelo menos, mais de 16 anos, desde que tenham associados graves problemas de comunicação (ao nível da expressão verbal, da compreensão da fala e da linguagem) e graves problemas ao nível da autonomia pessoal”. A proposta inclui também os seus cuidadores. 

A proposta em causa será, agora, enviada, ao Governo e à task-force responsável pelo Plano de Vacinação.  

De acordo com o município portuense, a medida justifica-se por este grupo restrito ser de risco “devido a vários fatores”, entre os quais, enumera o Porto., a sua dificuldade em manter os protocolos de higiene para o público em geral (não abraçar, não tocar no rosto, lavar as mãos com frequência ou manter a distância), e de, por vezes, necessitarem de um cuidador, dada a ausência de autonomia. 

Além disso, “estas pessoas são particularmente suscetíveis de contrair covid-19, apresentando sintomas mais graves, maior risco de hospitalização e quase o dobro das taxas de letalidade para os indivíduos entre os 18 e os 74 anos”, completa o documento. 

Foto: Miguel Nogueira | CM Porto

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