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Câmara de Gaia vai incorporar aumentos de água e taxa de resíduos sólidos em 2015

Câmara de Gaia vai incorporar aumentos de água e taxa de resíduos sólidos em 2015

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Em Gaia, os aumentos de água e de recolha de resíduos sólidos que resultem da atualização em 2015 não serão refletidos na fatura do consumidor.

Segundo as estimativas de Eduardo Vítor Rodrigues, o valor total da operação pode rondar os 250 mil euros: cerca de 100 mil no que se refere à fatura da água e 150 mil com a taxa de resíduos sólidos.
Lamentando que Gaia seja “um dos concelhos onde a fatura da água é das mais elevadas de toda a região”, o presidente da autarquia disse que a ideia de evitar aumentos em 2015 estava pensada “praticamente” desde que tomou posse.
Na reunião do executivo de ontem, os vereadores do PSD, através de Firmino Pereira, avançaram como uma proposta de sentido idêntico, mas apenas referente à água.
“Dada a carga fiscal exagerada, em termos absolutos, que todos os portugueses têm neste momento e os gaienses não são exceção” o PSD propôs que “o aumento da água que vier a ser implementado pelas Águas de Portugal, não se reflita na fatura do consumidor gaiense em 2015, suportando a empresa municipal Águas e Parque Biológico os encargos dos previsíveis aumentos de custos”.
“Todas as entidades públicas, a começar pelo Governo e, neste caso a câmara de Gaia, devem ter noção de que não existe mais espaço para aumento de impostos ou serviços. Aliás, se eu pudesse ter assento no Conselho de Ministros por certo estaria de acordo com a redução do IRS que deve acontecer em 2015”, declarou Firmino Pereira à agência Lusa.
Quando questionado sobre se a incorporação dos aumentos poderá influenciar o processo de “reestruturação” da Águas de Gaia, já que em Junho Vítor Rodrigues tinha anunciado estar a trabalhar na “salvação” da empresa que em 2013 terá registado um prejuízo de 3,8 milhões de euros, o presidente esclareceu que o valor será assumido pela câmara.
“Quem vai ter de assumir esta incorporação do preço [aumento] é a câmara municipal, reforçando a transferência por contrato programa para a empresa”, afirmou o socialista.
Na reunião de ontem foi também aprovada, por unanimidade, a adjudicação, por aluguer de longa duração de uma nova frota de veículos.
O contrato atual termina no final deste mês de outubro e o novo ronda um valor de cerca de 1 milhão e 300 mil euros a pagar entre 2014 e 2017, o que, segundo a autarquia, resulta numa poupança superior a 100 mil euros/ano.

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