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“Cais de Fado” arranca para a semana na zona histórica de Gaia com Gisela João

“Cais de Fado” arranca para a semana na zona histórica de Gaia com Gisela João

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De quinta-feira a sábado, a Baixa de Gaia vai deixar-se contagiar pela magia do fado, através de um conjunto de espetáculos de acesso livre e gratuito.

A iniciativa “Cais de Fado”, organizada pela Casa da Música e pela autarquia gaiense, arranca na próxima quinta-feira (24 de julho), prolongando-se até sábado com uma mão cheia de espetáculos de acesso livre e gratuito. Gisela João, Mariza e o projeto Fado Sinfónico com Camané e Cristina Branco são os grandes nomes em destaque no cartaz do evento, que terá concertos ao ar livre na Ribeira de Gaia e Serra do Pilar, bem como nas Caves de Vinho do Porto, de forma a criar “um ambiente de animação urbana próprio de um festival”.
As atuações destes “artistas elogiados pela crítica e com impacto crescente junto do público” vão decorrer junto ao Mosteiro da Serra do Pilar, no Quartel do Regimento de Artilharia n.º 5, depois dos concertos de fim de tarde de alguns fadistas “com uma carreira mais recente, mas em franca ascensão”, em palcos instalados junto ao rio Douro. A noite de 24 de julho ficará a cargo de Gisela João, sendo que, no dia seguinte, o palco pertencerá a Mariza. No sábado (26), Camané e Cristina Branco apresentam-se com a Orquestra Sinfónica da Casa da Música, num concerto que a organização considera “peculiar pelo cruzamento de dois géneros musicais muito distantes: a música clássica e o Fado”.
Segundo explicou o diretor-geral da Casa da Música, Paulo Sarmento e Cunha, a iniciativa “Cais do Fado” surge como estratégia “de alargamento de públicos”. “Neste período de verão vamos sair da Casa e passar os nossos valores às pessoas que não vão ainda, com tanta frequência, à Casa da Música. O ‘Cais de Fado’ é um grande evento. E a zona da Baixa de Gaia é uma referência patrimonial e histórica, dando uma identidade singular à iniciativa”, descreveu. Também para o presidente da autarquia gaiense, Eduardo Vítor Rodrigues, “este não é um evento normal, está fora dos padrões habituais”. “Este evento representa um grande momento, mas é sobretudo um grande serviço que a Casa da Música presta à região. Tudo o que a Casa da Música tem feito pelo Norte é inestimável”, concluiu.

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