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Avenida Gustavo Eiffel terá ciclovia e varandas sobre o Douro

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Obra de requalificação prevê a criação de uma ciclovia, de um passeio, de varandas para lá do muro da marginal sobre o Douro e de áreas de estadia.

Até ao S. João de 2015, a Avenida Gustavo Eiffel vai passar a ter uma ciclovia e varandas sobre o rio, à luz de um projeto de requalificação da Câmara do Porto. A obra funciona como um “dois em um”, aproveitando uma empreitada da empresa Águas do Porto – cujo concurso já tinha sido lançado em 2012 – para parte do intercetor de saneamento que liga as duas ETAR da cidade do Porto, na zona da marginal entre a Ponte Luiz I e a Ponte Maria Pia, tendo sido acrescentado um arranjo urbanístico, da autoria do arquiteto Manuel Fernandes Sá.
Durante a conferência de imprensa de apresentação da intervenção – que contou com a presença do autarca portuense Rui Moreira, do presidente do Conselho de Administração da Águas do Porto, Matos Fernandes, e do arquiteto responsável pela obra – os promotores explicaram que a requalificação da Avenida Gustavo Eiffel prevê, para além da via dedicada aos automóveis, a criação de uma ciclovia, de um passeio, de varandas para lá do muro da marginal sobre o Douro e de áreas de estadia, que convidam à vivência junto ao rio. De sublinhar que o trânsito não terá de ser cortado para a realização do projeto. No que ao investimento diz respeito, a parcela referente ao coletor e a parte do arranjo estava orçada em 3,7 milhões de euros (comparticipada pelo Programa Operacional Temático da Valorização do Território), custando “as novas exigências do projeto” mais 420 mil euros, pagos na totalidade pela Águas do Porto.
Segundo explicou o arquiteto Manuel Fernandes Sá, o projeto que elaborou responde aos três objetivos que lhe foram apresentados – condições de segurança e conforto, racionalização da circulação automóvel e requalificação do espaço – garantindo que nos 1,2 quilómetros de extensão da avenida será mantido o característico muro que faz a ligação com o Douro, puxando para o lado do rio tudo o que tem a ver com bicicletas e peões. Nas palavras de Rui Moreira, a obra visa superar o “obstáculo” que parece existir a partir da Ponte Luiz I, alargando a vivência da zona da ribeira à parte mais oriental da cidade.

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