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AMP decide futuro do plano de requalificação da Circunvalação

AMP decide futuro do plano de requalificação da Circunvalação

Após reunião no Conselho Metropolitano do Porto, foi declarado que a solução para o Plano de requalificação da Estrada da Circunvalação “pode passar por fundos comunitários”, mais precisamente, o novo quadro de fundos europeus PT2030. Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, relembrou que “no âmbito da descentralização, a Infraestruturas de Portugal (IP) falou com os municípios que têm a Circunvalação, mas para passar essa competência tinha que vir algum cheque”.

Segundo a notícia avançada pelo Porto., com base nas citações feitas pela Lusa, o presidente refere que “o valor que queria mandar eram umas dezenas de milhares de euros”, recordando que “não foi por negligência dos municípios” que o plano, datado de 2017, não avançou.

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente do Conselho, divulgou que o novo modelo “passa por ser rodovia sobretudo para peões, onde passam carros de forma muito regrada”, sendo que o intuito da Área Metropolitana do Porto (AMP) é, através de “alguma forma de financiamento”, requalificar a estrada que atravessa os concelhos do Porto, Matosinhos, Maia e Gondomar. Segundo a mesma fonte, o autarca sugere que “se, por alguma razão, houver aqui algum dinheiro que sobre do PRR ou do PT2020 ele será bem-vindo”.

Mencionada na mesma reunião, foi também a “reivindicação antiga”, relativamente ao “tráfego de camiões na Via de Cintura Interna (VCI) e aos pórticos de portagens nas autoestradas A4 e na A41”. “Se temos uma agenda – e todos nós temos uma agenda – de descarbonização, não é razoável que estejamos a fazer todo este investimento em termos de descarbonização e, ao mesmo tempo, se continue a ter este drama instalado todos os dias, a todas as horas, na VCI”, sublinha Rui Moreira.

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Não obstante, o governante refere que “não é apenas na VCI” que a situação acontece, mas de igual forma “nas aproximações norte e sul à cidade do Porto, e em todas as travessias”. “O porto de Leixões tem uma via dedicada”, que “não é mais utilizada exatamente porque há um problema na colocação de pórticos e um problema de portagens”, recorda.

Rui Moreira recordou ainda que o Porto, Maia e Matosinhos e a IP “tiveram um conjunto de reuniões” acerca do tema da alteração dos pórticos de portagens, que “não foi para a frente” porque o município de Matosinhos se “desinteressou”-se” sobre o tema.

Foto: Filipa Brito

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