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Alguns autarcas da Área Metropolitana do Porto estão contra a eleição direta do presidente

Alguns autarcas da Área Metropolitana do Porto estão contra a eleição direta do presidente
Os autarcas do Porto, Rui Moreira, de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa (PSD), da Maia, Bragança Fernandes (PSD), e de Paredes, Celso Ferreira (PSD), afirmaram, esta sexta-feira, numa reunião do Conselho Metropolitano do Porto, estar contra o modelo de eleição deste órgão deliberativo por sufrágio direto e universal.

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A proposta do Governo para um modelo de eleição direta do presidente daquele órgão autárquico foi considerada, por estes autarcas, como “um tiro no pé”.
Rui Moreira afirmou não ver “nenhuma necessidade” em eleger um presidente para a Área Metropolitana do Porto (AMP), acrescentando que “se há vontade do Governo em alterar legislação”, deve “esquecer acordos que tem com alguns partidos” e olhar “para a lei e transformar as assembleias municipais em verdadeiros parlamentos”.
Já Bragança Fernandes, da Maia, considerou que a proposta é “uma regionalização encapotada”.
Emídio Sousa, de Santa Maria da Feira, disse claramente discordar da proposta, afirmando que “o país não precisa de mais Estado e a criação de uma nova entidade metropolitana eleita significa a menorização do papel dos municípios e um novo conjunto de despesa pública”.
Posição diferente foi manifestada pelas autarquias de Valongo e Santo Tirso, cujo presidente e vice-presidente, respetivamente, afirmaram claramente defender a eleição direta do presidente da AMP.
José Manuel Ribeiro (PS), de Valongo, considerou que esta eleição direta “faz todo o sentido, é o passo lógico”, sendo no entanto necessário “ter cautela para que o modelo garanta” o financiamento do órgão.

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