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Alfândega do Porto apresenta “Henri Cartier-Bresson: Retratos”

Alfândega do Porto apresenta “Henri Cartier-Bresson: Retratos”

Algumas das mais icónicas imagens do fundador da agência Magnum Photos, entre as quais se encontram os retratos de Marilyn Monroe, Coco Chanel, Pablo Picasso, Simone de Beauvoir, Robert Kennedy ou Martin Luther King, vão estar em exposição na Alfândega do Porto já a partir desta quinta-feira, 31 de outubro.

“Henri Cartier-Bresson: Retratos” reúne 121 trabalhos do fotógrafo francês, realizados ao longo de 70 anos, juntando personalidades marcantes da sociedade e indivíduos anónimos.

Os retratos de Marilyn Monroe, Coco Chanel, Pablo Picasso, Simone de Beauvoir, Robert Kennedy ou Martin Luther King são alguns dos que integram a exposição que tem curadoria de Aude Raimbault e chega agora, “pela primeira vez”, a Portugal, mais precisamente à cidade Invicta.

Também a cantora Edith Piaf, o cineasta John Huston, o poeta Ezra Pound, o pintor Henri Matisse, o psiquiatra Carl Gustav Jung, o artista plástico Alberto Giacometti, o compositor Igor Stravinsky, a pensadora Susan Sontag, o dramaturgo Arthur Miller, o guerrilheiro Ernesto “Che” Guevara, os fotógrafos Alfred Stieglitz e Robert Doisneau ou os escritores William Faulkner, Albert Camus, Jean Paul-Sartre, Truman Capote e Samuel Beckett posaram para a máquina fotográfica de Cartier-Bresson.

Baseada no livro “Tête à Tête” (1998), a exposição “Henri Cartier-Bresson: Retratos” foi arquitetada, produzida e realizada pela empresa portuguesa Art For You, em estreita parceria com a Fundação Henri Cartier-Bresson.

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Todos os rostos expressam o olhar sensível de Henri Cartier-Bresson, aponta o comunicado enviado à VIVA!. “Na verdade, a eterna Leica parecia sempre invadir a intimidade dos retratados, oferecendo-nos uma sensação invulgar de familiaridade. O traço singular da carreira fotográfica do também pintor, realizador e documentarista.”

Aliás, essa particularidade indicia que “os fotografados mantiveram com Henri Cartier-Bresson um encontro único, direto, pessoal”, diz Ana Cristina Baptista, CEO da Art For You. “O fotógrafo francês conseguia capturar no espaço de um segundo a eternidade de uma expressão, o silêncio íntimo da alma, a força de um caráter”. De resto, relembra a responsável, Henri Cartier-Bresson dizia que “o retrato era uma visita de cortesia que durava quinze ou vinte minutos. Ora, é essa genialidade sem precedentes que poderemos observar sem filtros nesta exposição até meados de abril de 2020. Uma oportunidade única de conhecer de perto o trabalho desta figura incontornável do mundo das artes que, paradoxalmente, detestava deixar-se fotografar”, conclui Ana Cristina Baptista.

No âmbito da exposição “Henri Cartier-Bresson: Retratos”, quatro fotógrafos foram desafiados a produzirem trabalhos sobre a cidade do Porto, numa perspetiva contemporânea sobre os recantos que Henri Cartier-Bresson fotografou em 1955. O resultado poderá ser visto na exposição “Retratos – Porto: Um Olhar Contemporâneo”, composta por 12 fotografias de Luís Nobre, Pedro Mesquita, André Boto e Diogo Borges, e cujo valor das vendas será entregue na íntegra à Associação O Joãozinho.

“Henri Cartier-Bresson: Retratos” e “Retratos – Porto: Um Olhar Contemporâneo” estarão patentes até 12 de abril de 2020 no Edifício da Alfândega do Porto.

Foto: Jean-Paul Sartre, Paris, 1946
© Fondation Henri Cartier-Bresson / Magnum Photos

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