Revista Sabe Bem PD - julho/agosto

“à superfície” em exposição no Museu da Quinta de Santiago

“à superfície” em exposição no Museu da Quinta de Santiago

A exposição “à superfície – marinhas da coleção municipal” ficará visível até 27 de fevereiro, no Museu da Quinta de Santiago, com um espólio de cerca de uma centena de obras cuja iconografia do mar se destaca.

Durante a visita é possível compreender o percurso do desenvolvimento paisagístico e das mutações geográficas ocorridas ao longo da história, “construindo novas narrativas, considerando diferentes públicos, e criando laços com os territórios patrimoniais”, lê-se na página da Câmara Municipal de Matosinhos.

O espólio remete a vários artistas locais, nacionais e internacionais, através de várias técnicas, desde a “Paisagem – Matosinhos”, de Francisco José Resende (1887), passando pelos “Rochedos da Boa Nova” de António Carneiro (1912) ou de Hirosuke Watanuki (1961) a “S/ Título”, de Branislav Mijajlovic (2009), é como um espólio “documental, valendo muito da pintura guardada como demonstração de outros momentos e lugares”.

“É também percetível esta vontade de registar uma certa poesia, possuída por todos os sítios à beira-mar, através da ressaca, da neblina, das formações escultóricas dos rochedos que os pintores contemplam” (Laura Castro, 1995).

A exposição demonstra o que é visível na superfície do mar, já a próxima programação expositiva do Museu, de Elisa Ochoa, explorará o mundo submarino, invisível nestas paisagens marítimas.

Elisa Ochoa, artista plástica, realizará uma abordagem artística visual ao tema da fauna e da flora marítima ao largo de Matosinhos.

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