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A partir de março, há alterações no estacionamento na Zona Industrial do Porto

A partir de março, há alterações no estacionamento na Zona Industrial do Porto

A partir desta sexta-feira, dia 1 de março, a zona industrial do Porto adotará o sistema de Zona de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL), seguindo a política de incentivo ao uso de transporte coletivo na cidade. Esta medida visa devolver o espaço público através da rotatividade, em linha com o modelo já implementado na Asprela. Serão disponibilizados títulos diários de estacionamento para os utilizadores.

“Temos que perceber que uma política de mobilidade para a cidade do Porto passa, também, para o estacionamento”, afirma Pedro Baganha, vereador do Urbanismo e Espaço Público, de acordo com o portal de notícias da autarquia.

O vereador sublinha que “não é possível termos um discurso, que é razoavelmente unânime, de dizer que um dos problemas da mobilidade no Município do Porto diz respeito ao excesso de utilização de automóvel particular e, quando falamos de zonas tão bem servidas de transporte coletivo, como esta, não promovermos a sua utilização, não dissuadimos o número de automóveis a circular na cidade”.

Assim, a partir de 1 de março, estacionar nas ruas de Manuel Pinto de Azevedo, Engenheiro Ferreira Dias e Avenida Fontes Pereira de Melo terá um custo de 40 cêntimos por hora. Além disso, será possível adquirir um bilhete diário (válido até dez horas de estacionamento) por 2,40 euros.

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A ZEDL será acessível gratuitamente para portadores de cartão de estacionamento para pessoas com deficiência. Os lugares destinados a motociclos e ciclomotores serão igualmente gratuitos e devidamente assinalados.

“O espaço público é isso mesmo: é público. E cada vez que temos um automóvel estacionado no espaço público estamos, na prática a privatizá-lo a prazo”, reitera Pedro Baganha, relembrando que este “é um debate que se faz em quase todas as cidades europeias e temos que começar a perceber que, de facto, a utilização deste bem coletivo, que é o espaço público, não pode ser feita de uma forma desregrada”.

O vereador conclui que o Município do Porto “avalia diariamente em que ruas faz sentido termos estacionamento pago ou livre”, sendo este “um esforço que deve ser incorporado nas políticas municipais”.

Foto: Filipa Brito

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