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A linguagem do amor

A linguagem do amor

Esta segunda-feira, 14 de fevereiro, assinala-se o Dia de São Valentim, ou dia dos Namorados, como também é conhecido. Trata-se de um dia particularmente dedicado ao amor, em que os enamorados expressam as mais bonitas declarações, numa troca de afetos que se estende também às relações familiares e de amizade.

A linguagem do amor é universal, expressando-se através dos mais simples gestos como uma “troca de olhares ou de carícias”. Mas, habitualmente, está associada a um conjunto de símbolos, como rosas vermelhas e corações, considerados os símbolos universais deste sentimento.

No caso do coração, a explicação parece evidente, uma vez que este simboliza o centro das emoções e não há sentimento mais forte, mais verdadeiro e intenso do que o amor.

De acordo com a história, e como recorda o Notícias ao Minuto numa publicação, terá sido numa ilustração de um poema do século XIV, de Francesco Barberino, intitulado “Documenti d’amore”, que o formato de coração terá sido usado pela primeira vez para representar o amor.

Por sua vez, a ligação das rosas vermelhas e do amor “data à mitologia grega e romana”, estando relacionada com Afrodite, a deusa grega do amor, e Vénus, a deusa romana do amor, lê-se ainda.

Posteriormente, prossegue, o cristianismo usou as rosas como o símbolo para a virtude da Virgem Maria, tendo-se popularizado este símbolo um pouco por todo o mundo.

Adicionalmente, também os cisnes, símbolo do amor na mitologia grega e romana, estão bastante intrínsecos ao Dia dos Namorados, representando, quando unidos, um coração, assim como a maçã, utilizada, maioritariamente, como “símbolo do amor, desejo e tentação”.

É associada a Vénus, deusa romana do amor, e à história bíblica de Adão e Eva. Os celtas associam a maçã ao desejo. Já os deuses da mitologia nórdica comem maçãs de ouro para manterem-se jovens e imortais”, indica.

Falar de amor é, também, falar de cupido, o “deus do desejo, da atração e do amor”, é falar de trevo de quatro folhas, habitualmente associado à sorte, e de um nó celta, que simboliza o “amor e o afeto” e está “associado à união e amor eterno”.

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