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76% dos portugueses vão comprar material escolar nas grandes superfícies comerciais

76% dos portugueses vão comprar material escolar nas grandes superfícies comerciais

A compra de material escolar em espaços físicos continua a ser a forma preferida pela maioria dos portugueses, de acordo com dados do Observador Cetelem.

Neste regresso às aulas marcado pela pandemia, os hiper e supermercados são os locais escolhidos pela grande maioria dos portugueses (76%) para comprar o material escolar para o próximo ano letivo. No entanto, este ano verificou-se uma redução de 11% nas intenções de compra nestes estabelecimentos em relação ao ano passado, de acordo com os dados do Observador Cetelem.

Em segundo lugar no top de preferências estão as livrarias e lojas especializadas (53%), que registam um aumento de 7 pontos percentuais (p.p.) face ao ano passado. Já 36% dos portugueses prefere as papelarias tradicionais (menos 18 p.p. face a 2019).

As ofertas e promoções (64%) é o principal motivo que leva as famílias portuguesas a escolher as grandes superfícies comerciais. Além disso, 46% dos inquiridos referiram convivência – já que a maior parte das compras habituais são efetuadas naqueles locais. Para os inquiridos, as lojas especializadas e as tradicionais papelarias, apesar de não reunirem os mesmos níveis de preferência, têm outras vantagens: mais opções de escolha (41% para as lojas especializadas e 31% para as papelarias) e são especialistas nestes materiais (59% para as lojas especializadas e 58% para as papelarias).

“Dado o contexto dos últimos meses, outro dos aspetos que é também relevante tem que ver com a grande preferência que os encarregados de educação darão às compras em espaços físicos (66%) ao invés das compras online (8%). Há, no entanto, quem refira usar os dois métodos (19%)”, assinala o comunicado enviado à VIVA!..

Material escolar essencial, como mochilas, cadernos e canetas, é a categoria com maiores intenções de compras neste Regresso às Aulas – 96%. “E ‘essencial’ parece ser mesmo a palavra-chave quando se define os gastos dos encarregados de educação para este ano, uma vez que diminuem as intenções de compra em todas as restantes categorias”, indica o inquérito realizado pela Nielsen.

Em segundo lugar, e com uma descida de 19 p.p. face ao ano passado, está o equipamento para a realização de educação física (70%). Também o material de apoio (59%) regista uma ligeira quebra nas intenções de compra (menos 5 pontos). Os artigos de vestuário calçado são, contudo aqueles que os portugueses consideram menos essenciais para este regresso à escola, com 48% das preferências (menos 40 pontos percentuais face a 2019).

De referir que o trabalho de campo do Observador Cetelem Regresso às Aulas 2020 foi realizado entre 20 a 30 de julho. Do total de inquiridos –  503 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos de idade -, a maioria tem apenas um estudante a seu cargo, 28% tem dois e 4% tem três ou mais. 89% dos inquiridos indicam que os seus dependentes frequentam o ensino público, com os restantes a referir o ensino privado. A grande maioria (75%) tem a seu cargo estudantes do ensino básico – 38% no 3º ciclo; 29% no 2º ciclo e 28% no 1º ciclo. 21% têm estudantes a seu cargo a frequentar o ensino secundário, 11% o ensino pré-escolar e 8% estudantes universitários.

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