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34% dos resíduos da Maia foram recolhidos seletivamente

34% dos resíduos da Maia foram recolhidos seletivamente

A Câmara Municipal da Maia emitiu um comunicado onde destaca o empenho da população maiata em “separar, cada vez, mais e melhor”. Só durante o primeiro trimestre do ano, através da Maiambiente, foram recolhidos seletivamente 33,7% dos resíduos produzidos. 

Em causa está uma recolha total de 15.971 toneladas de resíduos, face a igual período do ano passado, que mostra uma “redução de 0,3% no total de resíduos recolhidos”. “Além disso, constatou-se um aumento de 0,2% nos resíduos recolhidos seletivamente e uma diminuição de 0,5% na recolha dos resíduos indiferenciados quando os resíduos produzidos em época de pandemia são tendencialmente resíduos não recicláveis. Ou seja, os maiatos produziram menos lixo e do que produziram separaram mais”, escreve a autarquia. 

Segundo revela, no mês passado registaram-se “máximos absolutos” nos fluxos plástico (49.490kg) e resíduos de construção e demolição (275.160 kg).  

Adicionalmente, o município da Maia conseguiu atingir também o “segundo melhor resultado de sempre nos fluxos madeira (174.280kg) e embalagens (305.870kg)”, números que contribuem “para um aumento de mais 26,3% face a período homólogo de 2020”. 

Para a Câmara Municipal, trata-se de um “excelente resultado”, que se junta ao índice de “Retomas de Recolha Seletiva, a atingir os 82.7 kg hab./ano, e à “Taxa de Preparação para Reutilização e Reciclagem”, que atingiu os 39.39%, superando as metas do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU).  

Durante o período em análise, os dados mais recolhidos foram papel (1.074.850 kg), vidro (906.150 kg), embalagens (866.090 kg), resíduos de construção e demolição (615.280 kg), resíduos verdes (505.000 kg) e madeira (371.720 kg).  

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