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2017 vai ser Ano Britânico na Casa da Música

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A música britânica vai ser o foco da programação de 2017 da Casa da Música, no Porto, pela ligação histórica entre Portugal e o Reino Unido e pela necessidade de partilha de um “património musical de primeira grandeza”.

O Ano Britânico na Casa da Música vai começar com um festival, entre 19 e 22 de janeiro intitulado “God Save The Queen!”, que será uma mostra da música britânica “desde a primeira ‘Idade do Ouro’ (…) ao melhor da composição britânica contemporânea”.
A programação do equipamento cultural portuense para o próximo ano mantém ciclos habituais como o “Invicta. Música. Filmes”, “Música & Revolução”, “Verão na Casa”, “Outono em Jazz” e “À Volta do Barroco”, para além de uma integral das sinfonias de Brahms e de um novo ciclo, de nome “Humor na Música”.
Esta quarta-feira, na apresentação ao público da programação, o diretor artístico da Casa da Música, António Jorge Pacheco, realçou que vai ser criado um Coro Infantil Casa da Música, a partir do Serviço Educativo da instituição, “no qual estarão envolvidas várias escolas”.
O compositor em residência na Casa da Música em 2017 vai ser Harrison Birtwistle, descrito como “a voz mais proeminente da composição britânica atual”.
A programação do próximo ano inclui nomes como o Brad Mehldau Trio (25 de fevereiro), Ute Lemper (18 de março), Macy Gray (5 de abril), os Snarky Puppy (26 de abril) e o guitarrista Al Di Meola (31 de maio).
No âmbito da programação do ciclo de Piano Fundação EDP, a Casa da Música vai acolher os regressos de intérpretes como Grigori Sokolov e Benjamin Grosvenor, entre outros.
“O que nos leva agora a colocar no centro da nossa temporada a música britânica? Dois aspetos. A ligação histórica, mercantil e sanguínea ancestral entre Portugal e o Reino Unido (ou a Inglaterra antes dele existir), (…) e, o que mais aqui nos importa, a urgência de partilharmos com o nosso público um património musical de primeira grandeza, e que vai muitíssimo para além de ‘Dido e Eneias’ de Purcell, do ‘Messias’ de Handel, ‘Rule, Britannia!’ de Thomas Arne, ‘Pomp and Circumstance’ de Elgar, ‘Os Planetas’ de Gustav Holst, ‘Peter Grimes’ de Britten, ‘Jesus Christ Superstar’ de Andrew Lloyd Webber, The Beatles, David Bowie ou Adele”, pode ler-se na programação do próximo ano.

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