Segundo o autarca, daquele montante cerca de 16 milhões de euros são garantidos pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), três milhões de euros “representam esforço municipal” e um milhão de euros destina-se a investimento privado, a fundo perdido.
“O incentivo financeiro previsto para os privados pode vir a ser ampliado através de outros instrumentos financeiros, como por exemplo, do Banco de Fomento”, explicou José Maria Costa.
Além da reabilitação urbana, a mobilidade sustentável e as comunidades desfavorecidas são os dois outros eixos de intervenção previstos naquele plano para as áreas do centro histórico.
O autarca considerou tratar-se de um “importante” envelope financeiro do FEDER que justificou com “as boas práticas” que o município tem vindo a adotar na reabilitação urbana.