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Vendas da Jerónimo Martins crescem 3,9% nos primeiros nove meses

Vendas da Jerónimo Martins crescem 3,9% nos primeiros nove meses

Nos primeiros nove meses do ano, as vendas consolidadas da Jerónimo Martins ascenderam aos 14,2 mil milhões de euros, um crescimento de 3,9% face ao ano anterior. Destaque para o acréscimo de 32 milhões de euros de custos operacionais, relativos a medidas relacionadas com a pandemia de Covid-19.

“O desempenho registado nos primeiros nove meses do ano reflecte os efeitos de mais de seis meses a operar num contexto de pandemia, com todos os impactos daí resultantes”, refere a empresa em comunicado, avançando os resultados da atividade até setembro: vendas consolidadas cresceram 3,9%, para os 14,2 mil milhões de euros; o resultado líquido foi de 219 milhões de euros, um recuo de 17,8%, face a igual período de 2019; o EBITDA cifrou-se nos 1.029 milhões de euros, 1,9% abaixo do registado no mesmo período, em 2019; e o investimento totalizou 258 milhões de euros.

Neste período, a Jerónimo Martins registou um acréscimo de 32 milhões de euros de custos operacionais, relativos a medidas relacionadas com a pandemia de Covid-19.

“Desde o início de março, a direção executiva do grupo, em estreita articulação com as direções executivas de cada companhia, tem dado suporte permanente às operações, agilizando os processos de tomada de decisão e permitindo a rápida adaptação dos planos de ação de curto prazo no contexto do desenvolvimento da pandemia por Covid-19”, salienta o Grupo, liderado por Pedro Soares dos Santos, que integra as marcas Pingo Doce e Recheio.

“As prioridades mantiveram-se inalteradas desde o início da crise sanitária: segurança das nossas equipas e dos consumidores que nos visitam, estabilidade da cadeia de abastecimento, com medidas especiais – implementadas no início da crise pandémica e que mantemos – de suporte aos fornecedores mais frágeis e aos produtores do setor primário, e continuidade da oferta, aos nossos consumidores, de qualidade a preços baixos”, acrescenta a nota enviada à VIVA!.

Registou-se, no conjunto de todas as companhias [a empresa está presente em Portugal, Polónia e Colômbia], um acréscimo, nos nove meses, de 32 milhões de euros ao nível dos custos operacionais”.

Este acréscimo é relativo a “prémios extraordinários pagos às equipas operacionais; despesas com equipamentos e materiais de proteção individuais e coletivos; e financiamento de múltiplas iniciativas de apoio social nos três países”, indica o comunicado.

“Este apoio inclui ajuda direta às comunidades e contribuição para os esforços científicos para travar a pandemia e gerir os seus efeitos. A estes custos acresceram, a nível das outras perdas e ganhos, três milhões de euros que concernem ao reforço de provisões para valores a receber cujo risco de não realização aumentou substancialmente devido à pandemia”, adianta.

Todas as empresas do Grupo “iniciaram uma rigorosa revisão de processos que permitiu mitigar o impacto deste aumento de custos nas respetivas rentabilidades”.

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