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Vasco Graça Moura defende revisão do Acordo Ortográfico

Vasco Graça Moura defende revisão do Acordo Ortográfico

Apesar de o documento ter sido adotado pelo Governo Português desde o início do ano, o escritor considera que “não é aplicável porque não existe um vocabulário ortográfico comum” a todos os países de língua oficial portuguesa. Para Graça Moura, o AO introduz “graves lesões da pronúncia de muitas palavras e em nada contribui para a unidade da ortografia”.
Por outro lado, o professor catedrático da Universidade Fernando Pessoa (UFP) Rui Estrada, também presente na sessão das Tertúlias do Infante Sagres, defendeu o novo acordo, destacando que “a questão jurídica” mencionada por Graça Moura “será resolvida em breve” e que “o acordo não afeta a sintaxe ou a pronúncia”. O docente recordou ainda que as alterações introduzidas pelo AO apenas afetam “1,5 por cento das palavras”.

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