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Terminal de Cruzeiros de Leixões quer ser adaptado a espaço de espetáculos

Terminal de Cruzeiros de Leixões quer ser adaptado a espaço de espetáculos

A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) solicitou um parecer prévio à Câmara de Matosinhos para a realização de obras para adaptar o edifício do terminal de Leixões à realização de eventos e espetáculos.

Em 2018, o Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões recebeu 101 navios, cerca de 117 mil turistas e 57 mil tripulantes, registando um crescimento de 1% no número de embarcações e de 22% em passageiros, relativamente a igual período de 2017.

Os resultados apontam para um novo crescimento em 2019. A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) pretende agora realizar obras no edifício projetado pelo arquiteto Luís Pedro Silva, inaugurado a 13 de julho de 2015, que além da função para o qual foi destinado, já acolhe outras entidades, como é o caso do CIIMAR.

Segundo avança o jornal Público, a APDL solicitou à Câmara de Matosinhos um parecer prévio para a realização de obras de alteração no terminal. De acordo com a minuta, as obras servirão para adaptar o edifício à realização de eventos e espetáculos. Para tal, alguns espaços interiores serão utilizados para o uso de restauração de apoio aos eventos. As áreas que serão alvo de intervenção situam-se na cobertura do edifício, no átrio do piso 0, na sala de embarque no piso 1, na sala de eventos e no pequeno auditório do piso 3.

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De referir que o parecer foi aprovado esta terça-feira pela maioria do executivo camarário de Matosinhos.

As obras de alteração do edifício – que já recebeu alguns eventos – serão executadas somente no interior do mesmo. Os trabalhos de adaptação incluem a criação de espaços de apoio a artistas e à realização de eventos e espetáculos.

Uma vez que as obras a realizar não implicam alteração da área de construção do edifício, a intervenção não se encontra sujeita ao pagamento de taxas urbanísticas, diz a minuta, citada pelo Público.

Ainda não está definida a data para o arranque das obras no interior do edifício, pois aguardam parecer favorável da Agência Nacional de Compras Públicas (ANCP).

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