CM Matosinhos

Sugestões 7 Dias

Sugestões 7 Dias

O primeiro mês do ano está repleto de bons e variados eventos, espalhados pelo Grande Porto. Dentro de portas ou ao ar livre, há toda uma panóplia de propostas para desfrutar… Escolha as que mais lhe interessam e desfrute!

Assista ao espetáculo do maior grupo de comédia brasileiro, o “4 Amigos”, no Teatro Sá da Bandeira, nos próximos dias 17 e 18 de janeiro.

Composto por Dihh Lopes, o queixudo, Afonso Padilha, cujo pai foi comprar cigarros e não voltou, Thiago Ventura, o rapaz da pose da Quebrada e Márcio Donato, o anão bombado que por sinal mede 1.70cm, que de uma amizade de longa data, o grupo de stand-up rapidamente foi considerado “o maior grupo de comédia brasileiro”.

Os quatro têm agora na estrada uma tour com 11 espetáculos em Portugal. Além do Porto, recebem o espetáculo de “4 Amigos” as cidades de Santa Maria da Feira, Viseu, Braga, Leiria, Guimarães, Coimbra, Algarve e Lisboa.

“Além da qualidade individual, quando se juntam, a gargalhada é ainda mais garantida – o estilo único e muito bem definido de cada comediante agrega qualidade e diversidade ao espetáculo”, sublinha a agência MeioTermo, responsável pela representação de “4 Amigos”.

Desfrute do primeiro ciclo do ano das “Inaugurações Simultâneas” de Miguel Bombarda, que acontece este sábado, 15 de janeiro. O evento, de acesso gratuito, vai reunir “novas propostas” nas galerias e nos espaços expositivos, comerciais e alternativos do quarteirão.

As “Inaugurações Simultâneas” arrancam às 16h00. Devido à situação pandémica, a empresa explica que as atividades de animação no espaço público continuarão “temporariamente suspensas”.

Conheça a lista completa de galerias e exposições participantes aqui.

Concertos

Xutos e Pontapés com Orquestra Filarmónica Portuguesa

A mítica banda portuguesa de Rock com um concerto onde não faltarão todos os grandes êxitos destes 40 anos de história. A provar que a música é mesmo uma linguagem universal, desta vez os Xutos desafiaram o Maestro Osvaldo Ferreira e a Orquestra Filarmónica Portuguesa, para se juntar aos 4 músicos. Em palco estarão mais de 70 músicos e instrumentos clássicos tocando as músicas com arranjos do português Mário Laginha, do brasileiro Joaquim França Ramos, do filipino Saunder Choi e do francês Nicolas Mazmanian, numa experiência musical única.

Local: Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota
Data: 14 de janeiro
Hora: 21h30

Cenas de amor

O Amor dá a tónica a 2022 na Casa da Música. No lançamento oficial da temporada, a temática amorosa tem de ocupar um lugar destacado. O melodismo do inglês Edward Elgar sobressai no seu pedido musical de casamento, contrastando com o Simbolismo de Pelléas e Mélisande, peça de teatro do belga Maurice Maeterlinck que seduziu compositores como Debussy, Sibelius, Fauré e Schoenberg. Um amor cujo tratamento musical prefigura o Modernismo. Johannes Brahms escreveu um dos concertos duplos mais famosos da história. Apresentando o género como en- carnação de um par amoroso, o Romantismo centro-europeu é o cartão de visita do Ciclo Grandes Concertos Duplos. O programa variado apresenta as grandes linhas programáticas da Casa da Música para este ano, através de obras que se tornaram favoritas dos músicos e do público. Virtuosismo, amor e música.

Local: Casa da Música
Data: 14 de janeiro
Hora: 21h00

Serenata Serenata

Mais uma vez desafiamos o tenor e escritor Mário João Alves para uma criação original. Desta vez, a inspiração será a canção italiana, nomeadamente a de Nápoles. No meio, uma série de compositores será invocada, nomes como Rossini, Leoncavallo ou Puccini. Trocadilhos, humor e imaginação estarão, como sempre, presentes nesta estreia.

Local: Casa da Música
Data: 15 de janeiro
Hora: 16h00

Amor à Música

O primeiro concerto da temporada da Orquestra Barroca começa sob o mote do amor. Diz-se que Bach escreveu a Cantata do Casamento para o seu matrimónio com Anna Magdalena. Verdade ou lenda, o que sabemos é que a obra nos apresenta a chegada do amor com o florir da Primavera, a ofensiva do Cupido e a festa nupcial, num estilo leve e sedutor. A obra de Händel em programa é uma homenagem à música, evocando a sua padroeira, Santa Cecília. As famosas celebrações londrinas em sua honra, no século XVII, inspiraram artistas famosos ao longo de décadas. Foi o caso do poeta John Dryden, autor do poema que Händel viria a musicar anos depois. A Ode para o Dia de Santa Cecília coloca a música como força geradora do mundo, e se o poema é uma eloquente mistura de imagens da Antiguidade Clássica com as do Cristianismo, a música ilustra-o com poderosos efeitos que contribuíram para tornar esta uma obra imensamente popular.

Local: Casa da Música
Data: 15 de janeiro
Hora: 18h00

Banda Musical de Fajões convida Sofia Escobar & FF

“Musicais de uma Vida!” promove um espetáculo onde os protagonistas cantam e dançam, envolvendo um vasto número de intervenientes na própria performance, com uma presença ativa no conteúdo de todo o concerto.
Sofia Escobar, Fernando Fernandes (FF) e a Banda Musical de Fajões, com recurso a uma panóplia de temas ímpares de musicais como o Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber, West Side Story de Leonard Bernstein, entre outros temas com dimensão expressiva e artística singular, farão parte deste espetáculo que nos suspende pela nostalgia e nos cativa por uma beleza musical simples, através de uma interpretação única, só ao alcance de um número restrito de intérpretes no panorama nacional, onde os três citados se incluem.

Local: Casa da Música
Data: 16 de janeiro
Hora: 18h00

Sond’arte Electric Ensemble

Destacado agrupamento dedicado à nova música, particularmente a de origem portuguesa, o Sond’Ar-te Electric Ensemble regressa ao Porto e a dois compositores que já gravou em CD. Isabel Soveral está no centro deste programa que toma a forma de uma retrospectiva sobre a sua música, desde obras a solo e em dueto aos diálogos com a electrónica, assegurada pela capacidade técnica do Miso Studio. O alinhamento inclui duas estreias mundiais, de Soveral e do compositor convidado, António Chagas Rosa. Ambos professores da Universidade de Aveiro há mais de duas décadas, celebram neste concerto o encontro de sensibilidades e os caminhos paralelos que percorreram ao longo de muitos anos de admiração mútua.

Local: Casa da Música
Data: 16 de janeiro
Hora: 18h00

Valéria Carvalho e Rui Veloso

Depois de esgotar as principais salas do país, o espectáculo “Rui Veloso em Bossa” chega ao Porto. Artista brasileira radicada há décadas em Portugal, Valéria Carvalho é conhecida do grande público português graças a seu trabalho também como actriz no teatro, na TV e no cinema. Neste concerto, recria temas inesquecíveis da dupla Veloso e Tê, numa interpretação própria e original, em ritmo de bossa nova, fazendo-se acompanhar por músicos de excelência e contando com Rui Veloso como convidado especial.

Local: Casa da Música
Data: 19 de janeiro
Hora: 21h30

Carmina Burana, Orff

Carmina Burana é sem dúvida a obra mais célebre do compositor alemão Carl Orff, e está inspirada numa coleção de cerca 300 cantos escritos por clérigos e estudantes vagabundos dos séculos XII e XIII, que levaram uma vida fora das regras. Assim, compôs em 1937 uma cantata cénica que leva o mesmo nome que o original literário e cujo fragmento mais conhecido é “O Fortuna”.

Os poemas, escritos na sua maioria em latim, incluem canções de amor, de taberna, sátiras, canções estudantis… mas todos constituem um canto ao amor e aos prazeres carnais, posição que choca frontalmente com a concepção que tradicionalmente se atribui ao período medieval.

Local: Coliseu do Porto
Data: 21 de janeiro
Hora: 21h30

Carolina Deslandes

Carolina Deslandes regressa aos Coliseus como uma das maiores artistas da atual geração de cantores e compositores portugueses. Foi distinguido, pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Cinco Estrelas “Personalidade na área da Música” , dias depois do lançamento do seu muito aguardado último EP ‘ MULHER ‘ que apresentou ao vivo num evento esgotado em horas e que regressa agora nos Coliseus.

Local: Coliseu do Porto
Data: 22 de janeiro
Hora: 21h30

Exposições

Instalação (Tango)

Albuquerque Mendes (Trancoso, 1953), um dos nomes fundamentais da arte portuguesa afirmados ao longo da década de 1980, cruza na sua obra a pintura, a performance, o happening e a instalação. O seu trabalho explora temas da cultura pop, tradições populares, formas e rituais religiosos, bem como as condições histórico-sociais de circulação, legitimação e receção da obra de arte. As performances que concebe, nas quais a música tem um papel central, contribuem para uma perpétua interrogação de alguns dos mitos da história portuguesa e da cultura ocidental. Ativada no dia da inauguração, a obra Instalação (Tango) (2001) permanece durante o restante período da exposição como uma escultura, ou como um palco vazio, ladeada por um monitor que apresenta em loop o registo em vídeo da performance. Este palco à espera de ser ocupado corresponde a uma plataforma de forma circular sobre a qual pende uma cortina de veludo vermelho que associamos imediatamente à boca de cena de teatros. Durante a performance, um casal de bailarinos de tango é conduzido pelo artista até ao pequeno palco para executarem, ao som de músicas célebres de tango, complexas coreografias onde o trabalho de pés adquire um inédito protagonismo. 

Local: Casa da Música
Data: A partir de 15 de janeiro

Os Invisíveis

Um dia de jogo no Estádio do Dragão é muito mais do que a ação dos protagonistas em campo. Há muito trabalho à vista desenvolvido por profissionais ‘invisíveis’ ou menos presentes no imaginário de quem vive as emoções dos encontros de futebol. De câmara na mão, Diogo Silva fez o registo fotográfico do mundo escondido para lá do brilho e das sensações dos jogos, entrando no backstage técnico do palco para agarrar, com minúcia de repórter e veia artística, a vida que existe no Dragão para lá do óbvio. Tudo isto nos dias difíceis da pandemia que o Mundo atravessa e que arredou o público das bancadas. O resultado desta abordagem começou por ser uma fotorreportagem publicada na edição n.º 408 (novembro de 2020) da Dragões, a revista oficial do FC Porto, e estreia-se agora em formato de exposição temporária.

Local: Museu FC Porto
Data: Até 31 de janeiro
Hora: Todos os dias das 10h00 às 18h00

O Relato

Fernando José Pereira é uma referência na arte nacional e reconhecido pelo percurso académico como professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. A convite de Miguel von Hafe Pérez, curador do EJEM, criou O Relato, uma abordagem original ao imaginário portista que estabelece ligações entre a memória analógica do Estádio das Antas e a realidade digital e futurista do Estádio do Dragão. Elementos artísticos familiares ao autor, como a imagem, o desenho e o som, ativam os sentidos, e a narrativa também evoca o golo de calcanhar de Madjer pelo FC Porto, na conquista da Taça dos Campeões da UEFA de 1987.

Local: Espaço João Espregueira Mendes (EJEM)
Data: Até 9 de fevereiro
Hora: Todos os dias das 10h00 às 18h00

Espetáculos

Noite de Estreia

O filme Noite de Estreia (1977), de John Cassavetes, levava o teatro para o cinema. Ao devolvê-lo à cena, Martim Pedroso dá-nos “um espetáculo sobre um filme que é sobre um espetáculo”. O coração desta mise en abyme pulsa no percurso solitário e em contracorrente de Myrtle Gordon, a atriz que interpreta Virgínia na peça dentro da peça que vemos levantar, The Second Woman. Myrtle não se revê nas convenções do masculino e do feminino que o texto veicula. A sua incomodidade no papel precipita-se, ao testemunhar a morte de uma fã, numa espiral de crise que tudo põe em causa, desde logo a própria peça, que quer virar de pernas para o ar. A Noite de Estreia de Martim Pedroso, no seu jogo de espelhos entre o teatro e o cinema, mantendo por perto Cassavetes e o seu “método” de representação, é um elogio dos atores e da capacidade íntima do teatro em procurar a esperança, como pede Myrtle à dramaturga e ao seu encenador, capaz de estilhaçar todos os estereótipos. Que segunda mulher é esta, afinal, que toma o palco de assalto na “noite de todas as estreias ou no mais delicioso de todos os falhanços”?

Local: Teatro Carlos Alberto
Data: 14 e 15 de janeiro
Hora: 19h00

A Peça que Dá para o Torto

Em 2020 chegou a Portugal para ganhar o Globo de Ouro em todas as categorias, mas a covid-19 atirou para mais tarde essa oportunidade. É um formato replica show “Ridiculamente divertida.” (The Times) e “Um triunfo técnico.” (Time Out) com comentários como “Por momentos pensei que ia hiperventilar.” (Daily Mail) ou “Rimos até as lágrimas nos escorrerem pela cara.” (Joanna Lumley)

Nota da produção: O público deve apresentar-se no teatro preparado com um analgésico e uma garrafa de água pois há riscos sérios de o espectáculo causar dores… de tanto rir!

Local: Coliseu do Porto
Data: 14 e 15 de janeiro
Hora: Sexta-feira às 21h30 e sábado às 16h00 e 21h30

André do Karaté

Neste espetáculo de Stand Up Comedy o André fará uma viagem ao seu passado, recordando a sua infância e as vivências que teve na tropa. Além de fazer uma das maiores revelações da sua vida durante o espetáculo, ficaremos a saber se ele é merecedor do apelido que lhe foi atribuído em criança “André do Karaté”.

Local: Teatro Sá da Bandeira
Data: 15 de janeiro
Hora: 21h30

O Quebra-Nozes | Royal Russian Ballet

A exuberância das cenografias e dos trajes, a magia da sua historia, e os seus imaginativos personagens e a música universal de Tchaikovsky tem convertido O Quebra-nozes em um clássico do Natal, ideal seja para as crianças seja para adultos. Os bonecos que ganham vida durante a noite de Natal, e que levam a protagonista a viver  aventuras magicas, o bailado é uma fábula do cheia de espírito natalino que fala sobre a perda da infância e do trauma entre a realidade dos adultos e o mundo dos sonhos das crianças. O bailado, uns dos mais conhecidos do Tchaikovsky, com a coreografía original de Lev Ivanov e livreto de Marius Petipa, tem a sua origem em um texto do Alexandre Dumas que se inspirou no célebre conto de E.T.A. Hoffmann O Quebra-nozes e o rei Rato. 

Local: Coliseu do Porto
Data: 18 de janeiro
Hora: 21h30

Tiago Castro – Daqui de Baixo

E se o nosso destino já estivesse traçado? Todos nós já sentimos o peso destas palavras.
Se para alguns, os sorridentes donos de uma estrelinha, isto é algo de bom, para os outros (provavelmente a maioria) a vida é uma árdua luta contra a corrente… e quem nada, por vezes afoga-se.Tiago Castro é só mais um comum mortal nascido afastado da margem.
À margem dos seus amigos mais altos, escolheu ser ator e para piorar ainda mais “o seu caminho de luz”, decidiu ser comediante. Um dia foi puxado a favor da corrente e transformou-se no eterno “Crómio” dos Morangos com Açúcar.
A vida foi-lhe dando estórias e que estórias…
Se umas eram escritas com letras douradas, outras roçavam nos clássicos da tragédia grega – desamor, desemprego, preconceito, e uma depressão tão profunda que o obrigou a estoicamente levantar-se a 1 metro e 58 cm do chão.
Tiago Castro agarrou-se ao método científico e provou que há sempre uma forma de sair “daqui de baixo” e encontrar nas falhas uma oportunidade para o sucesso.
Agora chega a vez de partilhar, de um palanque, em tom direto e divertido todos os ensinamentos que adquiriu após litros e litros de água bebidos à força.

Local: Teatro Sá da Bandeira
Data: 19 e 20 de janeiro
Hora: 21h30

Animal de Palco

David Cristina lança finalmente no seu primeiro espectáculo a solo, desde último. Neste espectáculo o David vai falar deste estranho mundo em que vivemos e do seu tema favorito, que é ele mesmo. Vamos descobrir, pela primeira vez, quem é o David(inho) e conhecer as suas ansiedades, desencontros amorosos e embaraços.

Desde pequeno que lhe dizem que ele é um animal de palco, agora resta saber se é um leão ou um porquinho-da-Índia.

O David é um comediante de standup com mais de uma década de palco. Atuou em palcos por todo o país, no Levanta-te e Ri e é comediante residente no Lisboa Comedy Club. É co-criador do podcast Separados de Fresco e Conta-me Tudo.

Local: Teatro Sá da Bandeira
Data: 21 e 22 de janeiro
Hora: 21h00

O Balcão

“Tudo aqui é falso, e tudo deve ser tratado com extrema delicadeza.” Escritor e poeta, Jean Genet não se via como dramaturgo, mas fez da virulência da sua escrita dramática um escalpelizador das normas sociais e literárias. Nestas linhas-mestras condensava a essência de O Balcão (1955), peça que reviu obsessivamente e que faz do bordel de luxo onde se desenrola um arquétipo do mundo e do teatro. Depois da estreia em novembro de 2020, regressamos pela mão de Nuno Cardoso a esta casa de ilusões, um lugar “vizinho da morte, onde todas as liberdades são possíveis”. Neste espaço celular e vigiado, circulam personagens que se encenam como figuras de poder. Em fundo, há uma revolução que se incendeia e consome. “O verdadeiro tema da peça é a ilusão”, dizia Genet. O equívoco entre o fingido e o autêntico, o dentro e o fora (do bordel ou da cena) é permanente, expondo a maquinaria da farsa do poder e a sua dinâmica social. Em O Balcão, somos tanto voyeurs como figuras de um teatro de marionetas onde ver e ser visto são o primado. Neste jogo de espelhos, abrem-se parênteses de poesia e de irrisão. Aí, “com seriedade e a sorrir”, como queria Genet, revemo-nos em ritual e em avatares dos nossos desejos.

Local: Teatro Nacional São João
Data: Até 23 de janeiro
Hora: De quarta-feira a sábado às 19h00 e domingo às 16h00

Mais Novos

Musa | Primeiras Oficinas

O universo poético de Sophia de Mello Breyner e as referências que nele mais encontramos, como o mar, os campos, a cidade ou o tempo, são o tapete voador em que os bebés partem à descoberta da música. Como uma folha em branco dirige as palavras ao poema, jogamos com os nossos pequenos companheiros o som das coisas para aprendermos a nadar no mar do silêncio. Musa é a poeta portuense, é cada um de nós e são todas as coisas que nos invadem o corpo. Musa é a música que temos dentro e vamos aprender a libertar.

Local: Casa da Música
Data: 16 de janeiro
Hora: 10h30, 11h45 e 15h00

Filmes

13 Minutos
Título original: 13 Minutes
De: Lindsay Gossling
Com: Thora Birch, Paz Veja, Anne Heche
Género: Ação
Classificação: M12
Outros dados: 108 minutos
Um tornado, o maior desde que há registos, passa por uma pequena cidade do centro dos Estados Unidos e causa uma enorme destruição. Os habitantes só têm, como acontece na maioria dos casos, à volta de 13 minutos para se prepararem e poderem pôr-se em segurança. No pós-desastre, quatro famílias que não se davam têm de se apoiar umas nas outras para conseguirem ultrapassar isto.

Às Coisas que nos fazem Felizes
Título original: Gli Anni Più Belli
De: Gabriele Muccino
Com: Pierfrancesco Favino, Micaela Ramazzotti, Kim Rossi Stuart
Género: Drama
Classificação: M14
Outros dados: 129 minutos
40 anos de história de vida de quatro amigos, da infância à idade adulta, que é também a história de um país. Giulio, Gemma, Paolo e Riccardo conheceram-se na adolescência e percorreram juntos os altos e baixos das existências uns dos outros. Ao mesmo tempo que os acompanha, o filme mostra as grandes mudanças que foram ocorrendo em Itália ao longo das quatro décadas. Um filme dramático que conta com realização de Gabriele Muccino (“Lembra-te de Mim”, “Em Busca da Felicidade”).

Best-Sellers
Título original: Best Sellers
De: Lina Roessler
Com: Michael Caine, Aubrey Plaza, Scott Speedman
Género: Drama
Classificação: N/D
Outros dados: 102 minutos
Lucy Skinner herda do pai uma seleta editora, mas a ambiciosa aspirante a diretora quase afunda a empresa com uma série de péssimos livros que recebem críticas negativas. Quando descobre que Harris Shaw, um escritor recluso, rabugento e entorpecido pelo álcool, que inicialmente pôs a editora no mapa, lhe deve um livro, vê nele a tábua de salvação, tanto comercial como crítica. E o momento não podia ser mais perfeito. Harris deve dinheiro e tem um novo livro que ele próprio odeia. Lucy fica eufórica, até descobrir que o antigo contrato de Harris estipula que ninguém pode rever o seu trabalho. Porém, em troca, tem de fazer uma digressão para promover o livro.

Eiffel
Título original: Eiffel
De: Martin Bourboulon
Com: Romain Duris, Emma Mackey, Pierre Deladonchamps
Género: Drama
Classificação: M12
Outros dados: 108 minutos
Após terminar o projeto de construção da Estátua da Liberdade, Gustave Eiffel está no auge da sua carreira. O governo francês pretende que ele crie algo espetacular para a Exposição Mundial de 1889 em Paris, mas Eiffel está apenas interessado no projeto do Metropolitano. Tudo muda quando se reencontra com uma antiga paixão. Este relacionamento proibido inspira-o a mudar o horizonte parisiense para sempre…

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