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Serralves inaugura exposição “Sementes Selvagens”

Serralves inaugura exposição “Sementes Selvagens”

Esta terça-feira, 20 de setembro, a Fundação de Serralves inaugura a exposição “Sementes Selvagens”, de Rivane Neuenschwander. Trata-se da primeira exposição individual da artista em Portugal e pode ser vista, no Museu de Serralves, até abril de 2023.

A mostra está organizada em torno do mais recente filme da artista, intitulado “Eu sou uma arara (2022)”, que terá a sua estreia inédita em Serralves, lê-se na página oficial da Fundação, que organiza a exposição, com curadoria de Inês Grosso.

A obra cinematográfica em causa é realizada em parceria com a cineasta Mariana Lacerda e “propõe uma reflexão crítica sobre o impacto do desmatamento da Amazónia para os povos indígenas num momento de tensão política e social”.

“Este trabalho é também o resultado de um longo período de pesquisa e de uma série de ações em São Paulo que fizeram desfilar pelas ruas da cidade, como uma floresta densa e potente, dezenas de figuras inspiradas na fauna e flora brasileiras”, acrescenta.

Importante referir que Rivane Neuenschwander é um dos nomes mais conceituados da arte contemporânea brasileira. No seu trabalho, a artista combina diversos meios e suportes para construir um “repertório visual único que explora narrativas sobre uma grande diversidade de temas, entre os quais, a linguagem e o tempo, a literatura e a cultura popular, a psicanálise e a arte, a natureza e a sociedade, a política e a filosofia, o medo e o desejo”.

Uma das suas obras mais icónicas, “Eu desejo o seu desejo” (2003), composta por uma coletânea de desejos que lembram as pulseiras do Senhor do Bonfim, vai também ser instalada na Capela da Casa de Serralves e pode ser visitada a partir da próxima quarta-feira, 21 de setembro.

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