O orçamento para Santo Tirso aumentou cerca de 28%, uma vez que o valor anterior rondava os 37 milhões de euros, com o presidente da câmara, Joaquim Couto, a justificar esta subida com a integração de fundos comunitários e poupança corrente.
“É um orçamento equilibrado e justo que foge a tentações eleitoralistas”, disse esta quarta-feira, em conferência de imprensa, Joaquim Couto, acrescentando a expectativa de atingir “prazos de execução históricos”.
Segundo o autarca, o orçamento para 2017 “alivia a carga fiscal sobre as famílias e as empresas” e “atrai investimento”.
As grandes opções do plano para o próximo ano mantêm como prioridade a coesão social, a requalificação de vias e o melhoramento do espaço público, nomeadamente através de projetos para a rede viária e para as escolas.
Joaquim Couto sublinhou que “mais de 60% da despesa da autarquia [referindo-se a serviços e equipamentos] reverte para a economia local, uma vez que é prioridade em Santo Tirso a contratação de fornecedores locais”.
Na conferência de imprensa, o presidente da câmara também garantiu que o valor da dívida não aumentará em 2017, estabelecendo-se em 28 milhões de euros, enquanto em 2013 era de 38, e avançou que o executivo vai reforçar em 5% as transferências para as freguesias.
“O objetivo é dar autonomia financeira às juntas e dignificar o papel de proximidade”, referiu Joaquim Couto.