“O regresso do ‘Praça’ [ao Porto] é uma materialização desse princípio da internalização da produção”, referiu Gonçalo Reis.
Para o responsável, “nós temos equipas com muita energia, com muita capacidade, tanto nas áreas de programas como nas de informação. O regresso do ‘Praça’ faz sentido porque voltamos a internalizar o programa e voltamos a aproveitar o CPN”.
Gonçalo Reis sublinhou ainda que o Porto faz “muito mais do que o ‘Praça da Alegria’”, com a RTP 2 a fazer o jornal, programas como o “Visita Guiada” e mais de 50% da produção da RTP Informação (RTP 3, a partir de 05 de outubro).
A aposta no CPN implicou algum tipo de investimento financeiro adicional, mas segundo Gonçalo Reis não se tratou de “investimentos com significado”, mas de “aproveitar os recursos” já existentes.
“As capacidades já cá estavam, não estavam era a ser aproveitadas. Demos mais autonomia ao CPN, organicamente agora reporta diretamente à administração, o que não acontecia, para facilitar o fluxo de informação e de decisão e no fundo de aproveitar os recursos que cá temos”, disse o presidente do Conselho de Administração da RTP.
O apresentador Jorge Gabriel afirmou à agência Lusa ser “fantástico poder voltar a este horário e ter oportunidade de reencontrar muito do público”.
“É uma recompensa pela dedicação que empregámos a tudo aquilo que a RTP nos solicitou durante este espaço de tempo. Voltamos ao programa da manhã e temos muito orgulho em poder fazê-lo e corresponder à confiança que foi depositada em nós”, afirmou Jorge Gabriel.