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“100 Anos Nadir, Inéditos” | “Monstros Marinhos”, Reitoria da U.Porto

“100 Anos Nadir, Inéditos” |

“100 Anos Nadir, Inéditos”
Até 23 dezembro, Reitoria da Universidade do Porto

A exposição “100 Anos Nadir, Inéditos” pretende comemorar o centenário do nascimento do pintor Nadir Afonso (1920-2013).
A mostra apresenta mais de cem trabalhos inéditos, nunca antes expostos ao público, de Nadir Afonso, um dos grandes artistas portugueses do século XX e um dos mais ilustres antigos estudantes da instituição.
Esta exposição “constitui uma viagem por um repertório estético e teórico que fez inventar a arte moderna portuguesa da segunda metade do século XX, bem como a vanguarda europeia e francesa do pós-guerra”, assinala a U.Porto.
“100 Anos Nadir, Inéditos” tem como foco a “Máquina Cinética” (única obra não inédita), promovendo uma reflexão em torno de pinturas, guaches e estudos mostrados ao mundo pela primeira vez, num diálogo constante entre o pensamento e a obra, desde a formação até ao final da carreira artística, refere o curador da exposição, António Quadros Ferreira.
“São mais de cem trabalhos que demonstram a evolução do traço no sentido da abstração onde a ‘Máquina Cinética’, motor que reinventa a geometria na instalação da pintura, funciona como âncora seminal de toda a narrativa nadiriana”, salienta o portal da instituição portuense.
Ao longo da sua carreira, Nadir Afonso produziu cerca de 15 mil obras, expostas em museus espalhados pelo mundo.
De entrada livre, a exposição “100 Anos Nadir, Inéditos” pode ser visitada de segunda a sexta, das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30 e aos sábados das 15h às 18h. As visitas guiadas deverão ser agendadas através do e-mail [email protected] (Foto de entrada: DR)

“Monstros Marinhos”
Até 31 dezembro, Reitoria da Universidade do Porto

A exposição “Monstros Marinhos”, com curadoria de José Teixeira, é organizada no âmbito das comemorações dos 20 anos do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR-UP) e da campanha Ocean Action, e é composta por inúmeras esculturas e instalações construídas pelo artista Ricardo Nicolau de Almeida, recorrendo apenas a plásticos recolhidos nas praias do grande Porto.
A exposição retrata “este admirável novo normal, em que o plástico passou a fazer parte integrante dos ecossistemas aquáticos, como uma nova espécie invasora e predadora”.
Recorrendo a diferentes plásticos apanhados nas praias, a exposição agora patente na casa-mãe da U.Porto recria um fundo do mar composto por grandes criaturas imaginárias, coloridos e assustadores monstros marinhos que estão a colonizar o nosso oceano.
Um conjunto de figuras e máscaras humanas ocupam a “sala dos idiotas”; e um sem número de pequenas instalações “utilizam a história individual e a natureza de colecionismo de cada uma das peças de plástico, jogos de cor e de forma, a repetição e quantidade esmagadora de diferentes objetos de uso diário, para alertar para um problema de dimensões alarmantes”, avança a U.Porto.
“Estes monstros marinhos, figuras humanas e instalações fazem uma ligação feliz entre a ciência e a arte, onde a mensagem científica é transmitida através das sensações e emoções causadas pelo impato visual das peças, incentivando assim uma reflexão crítica profunda sobre o nosso contributo para problema do lixo marinho e a necessidade de adoção de comportamentos ambientalmente mais responsáveis”, considera José Teixeira, da equipa do Gabinete de Comunicação do CIIMAR e curador da exposição,
De entrada livre, a exposição “Monstros Marinhos” pode ser visitada de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h.

Reitoria da Universidade do Porto
Praça Gomes Teixeira
4099-002 Porto

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