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“Um Objeto e seus Discursos” está de volta

Está de regresso a 4 de março o ciclo de debates semanais que se propõe a “refletir e dar a conhecer o património da cidade”. Até 2 de dezembro, 93 convidados vão passar pelas 31 sessões de “Um Objeto e Seus Discurso por Semana”. A primeira é no Cinema Batalha.

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O Cinema Batalha será o ponto de partida para o quarto capítulo de “Um Objeto e Seus Discursos por Semana”, ciclo de conversas organizado pela Câmara do Porto em torno do “património material e imaterial da cidade”, que este ano terá início a 4 de março.
O ciclo lançado em 2014 voltará a acontecer todos os sábados, sempre às 18h, apresentando 31 sessões e 93 convidados até ao dia 2 de dezembro.
Tal como aconteceu nas suas anteriores edições, a iniciativa vai percorrer os mais diversos, e por vezes, inusitados espaços da cidade, entrando em museus, bibliotecas, quintas, palacetes, hotéis e hospitais, mas também em cemitérios, torres, sinagogas e até num farol.
Os mais de 90 convidados, de todos quadrantes sociais e áreas do saber, ajudarão a debater e descobrir as histórias por detrás de cada objeto, numa permanente viagem pelo passado e o presente da cidade.
Os objetos serão, também eles, os mais diversos, alguns “mais incomuns e inacessíveis do que outros”, avança o portal de notícias da autarquia,  mas todos eles com “importância cultural, histórica, arquitetónica, paisagística, arqueológica, científica ou até mitológica” para integrarem mais este ciclo. A lista é “extensa” e inclui desde um cachimbo do poeta António Nobre a um esqueleto de baleia.
A primeira sessão, no dia 4 de março, será sobre o histórico Batalha, edifício que a Câmara do Porto já anunciou que vai recuperar e colocar de novo ao serviço da produção cultural da Invicta, após anos de abandono.
Nesta sessão inaugural, que terá entrada livre, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, convida o arquiteto Alexandre Alves Costa a percorrer os corredores do antigo cinema e chama à conversa Sara Antónia Matos, diretora do Atelier-Museu de Júlio Pomar, artista convidado a refazer os marcantes frescos no interior do cinema que a PIDE mandou destruir em 1948.

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