Recheio

Que Futebol queremos?

Que Futebol queremos?
Chegamos a um momento em que é preciso parar para pensar. Num momento onde a sociedade europeia se agarra desesperadamente a movimentos porventura inconsequentes como o Podemos ou o Syriza, movimentos de insatisfação apesar de tudo bem diferentes entre si, é preciso percebê-los (concordando ou não) e fazer o transfer para outros campos. No futebol, como na política, tudo se resume à credibilidade. Que futebol queremos? O risco de chegar a um ponto de não retorno, apesar de tudo, existe. E é preciso fazer valer (ou fazer regressar) os valores da transparência e da dignidade, num mundo onde não pode valer tudo. É preciso abrir o debate e não escondê-lo. Debater sobre a regulação das transferências, sobre os fundos, sobre os agentes ou as novas tecnologias. Também por isso, entendo a candidatura de Luís Figo à Presidência da FIFA como uma pedrada no charco e à qual outras seguramente se seguirão. Porque Portugal tem uma palavra a dizer. Com Luís Figo, Fernando Gomes ou Pedro Proença. Lá como cá só é preciso coragem.

João Fonseca
Gestor Desportivo{jcomments on}

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