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Quarteto de Cordas de Matosinhos homenageia Guilhermina Suggia

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Cento e trinta e dois anos após o nascimento, no Porto, da violoncelista Guilhermina Suggia, a data vai ser esta terça-feira assinalada, pelas 19h30, com um concerto do Quarteto de Cordas de Matosinhos.

A homenagem, segundo comunicado da Câmara de Matosinhos, terá lugar na Sala 2 de Casa da Música e apresentará “exatamente o mesmo programa do último concerto de Suggia com o Quarteto Moreira, ocorrido em 1901, no Salão do Conservatório Nacional, em Lisboa: o ‘Quarteto de cordas n.º 9, op. 59 n.º 3, em Dó maior’, que Ludwig van Beethoven compôs em 1806, e o ‘Quarteto n.º 1 em Sol menor, op. 27’, de Edvard Grieg.
O quarteto composto por Vítor Vieira (1.º violino), Juan Carlos Maggiorani (2.º violino), Jorge Alves (viola) e Marco Pereira (violoncelo) presta, deste modo, tributo ao “extraordinário” legado de Suggia, que com apenas 15 anos foi estudar para a Alemanha, terminando a sua precoce colaboração com o Quarteto Moreira.
Refira-se que a  violoncelista havia de regressar a Portugal em 1903, tendo passado a atuar nos principais palcos europeus e acabando por se fixar em Londres. Só em 1924 voltaria definitivamente ao Porto.
O Quarteto de Cordas de Matosinhos (QCM) foi criado pela Câmara Municipal de Matosinhos em 2007. Na temporada de 2014-15, o QCM foi escolhido como um dos ECHO Rising Stars, apresentando-se assim em algumas das mais importantes salas de concerto europeias, como o Barbican de Londres, o Concertgebouw, em Amesterdão, o Musikverein, em Viena, as Philharmonies de Hamburgo, Colónia e Luxemburgo, o Konzerthaus, em Dortmund, o Megaron, em Atenas, ou o Palace of Arts, em Budapeste.
De referir que o QCM apresenta-se também regularmente nas maiores salas de concerto portuguesas, como a Casa da Música, Fundação Calouste Gulbenkian e Centro Cultural de Belém, e colabora com alguns dos mais destacados músicos portugueses, tais como Pedro Burmester, António Rosado, Miguel Borges Coelho, António Saiote, Paulo Gaio Lima e Pedro Carneiro.
Desde a sua criação, o QCM assumiu um “forte compromisso” com o repertório português para quarteto de cordas, interpretando muitas obras menos conhecidas e abraçando novas obras de compositores contemporâneos: o QCM estreou já mais de 20 novas obras.
O outro principal objetivo artístico do QCM vem sendo cumprido com “a interpretação em Matosinhos do grande repertório para quarteto de cordas: as obras completas de Mozart e Mendelssohn foram já apresentadas, estando em curso as integrais de Haydn, Beethoven e Shostakovich”, pode ler-se no comunicado.

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