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Projeto vai permitir percurso sonoro pelas companhias teatrais do Porto

Projeto vai permitir percurso sonoro pelas companhias teatrais do Porto
“Audio walk – Entre a contração e a expansão” é o nome do projeto que pretende propor ao ouvinte um percurso dos espaços teatrais da cidade ativos entre 1975 e 1985.

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De acordo com Gonçalo Amorim, diretor do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) e do Teatro Experimental do Porto (TEP), duas das estruturas envolvidas a par do Teatro do Frio, o ouvinte do projeto poderá “fazer um percurso dos espaços abandonados da cidade do Porto” e que antes estiveram ao serviço de projetos teatrais distintos.
“A matriz desse ‘Audio walk’ será um conjunto de entrevistas que realizaremos até ao final de 2016 e que auscultará vivências afetivas e profissionais sobre os espaços a partir dos quais construiremos a arquitetura afetiva e ficcional do projeto”, afirmou Catarina Lacerda, do Teatro do Frio, acrescentando que o ponto de partida é o texto de 1997 que dá título ao percurso sonoro, da autoria de Paulo Eduardo Carvalho.
Segundo Catarina Lacerda, esta caminhada auditiva “proporá ao espectador, caminhante em 2017 na cidade do Porto, uma experiência imersiva sobre afetos, evidências, falácias, espaços sonoros e arquitetónicos, reais e ficcionados, lugares de memória posicionando-o a ele – espectador – entre a cidade que vê e a cidade que ouve, a cidade que caminha e a cidade que projeta”.
O modo como será feita esta caminhada ainda está por definir, mas Rodrigo Malvar, também do Teatro do Frio, disse que vão passar por entrevistas que vão ser feitas até ao final deste ano e, em conjunto com documentação recolhida, tratadas em termos sonoros e artísticos.
O grupo de teatro Rodaviva, o Realejo, o Teatro Amador de Intervenção, o Art’Imagem, o Teatro Universitário do Porto, o TEP, os Comediantes, o grupo dos Modestos, o Pé de Vento, a Seiva Trupe e o TEAR são algumas companhias abrangidas por este projeto.
Gonçalo Amorim adiantou que o objetivo é que o projeto seja apresentado na edição do próximo ano do FITEI, que será “uma edição particularmente preocupada com as questões do espaço público, da memória, da história oral, da comunidade, dos territórios comuns”.

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