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Presidente do Parlamento Europeu diz que o futuro de Portugal é “o declínio”

Presidente do Parlamento Europeu diz que o futuro de Portugal é “o declínio”

“Há umas semanas estive a ler um artigo no Neue Zürcher Zeitung que até recortei. O recém-eleito primeiro-ministro de Portugal, Passos Coelho, deslocou-se a Luanda. […] Passos Coelho apelou ao Governo angolano que invista mais em Portugal, porque Angola tem muito dinheiro. Esse é o futuro de Portugal: o declínio, também um perigo social para as pessoas, se não compreendermos que, economicamente, e sobretudo com o nosso modelo democrático, estável, em conjugação com a nossa estabilidade económica, só teremos hipóteses no quadro da União Europeia”.
Contactados pelo Público, os eurodeputados portugueses Paulo Rangel e Capoulas Santos reagiram com surpresa às declarações de Martin Schulz. “Vou fazer um pedido formal de esclarecimento” ao presidente do Parlamento Europeu, anunciou Rangel, do PSD. Por seu lado, Capoulas Santos (PS) afirma que, “como Estado independente, Portugal tem o direito de ter prioridades diplomáticas próprias, tal como todos os outros países”. “Se com estas declarações [Schulz] pretende dizer que há uma incompatibilidade entre as prioridades diplomáticas europeia e portuguesa, não subscrevo”, sublinhou.
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