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Portugueses vão reforçar prevenção e cuidados na Noite de Natal

Portugueses vão reforçar prevenção e cuidados na Noite de Natal

Chegado o último mês do ano, é hora de começar a preparar o Natal. E são muitos os portugueses que aguardam esta data com bastante entusiasmo. Fruto das várias vicissitudes do último ano, a grande maioria espera poder viver a quadra natalícia como nos tempos pré-pandemia.

Um estudo sobre o tema, realizado pelo observador Cetelem, revelou que a grande maioria dos portugueses (99%), à semelhança do que, de resto, vem sendo habitual, vai passar a festividade em casa. Destes, 34% admitiram que gostariam de celebrar em casa de familiares (mais 13 p.p. do que no ano anterior), enquanto 71% afirmou pretender fazê-lo na sua própria residência (-14 p.p).

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Foram os cidadãos com mais idade, entre os 44 e os 54 anos (87%), os 55 e os 64 anos (84%) e os 65 e os 74 anos (87%) que mais manifestaram vontade de ficar na sua própria casa. Por sua vez, os mais novos, com idades entre os 18 e os 24 anos (55%), elegeram a casa de familiares. Apenas 1% afirmou optar por passar o Natal em restaurantes ou hotéis.

Questionados sobre o que será diferente no Natal este ano, comparativamente ao anterior, 45% mencionou o desejo de passar a data com mais pessoas, além do agregado. “26% revelou que será igual, principalmente, os inquiridos mais velhos com idades entre os 65 e os 74 anos (43%). Já 8% dos inquiridos salientou a expetativa de se virem a realizar almoços ou jantares com amigos, mais concretamente, os jovens dos 25 aos 34 anos (13%)”, concluiu ainda o estudo.

Simultaneamente, os portugueses mostram-se “atentos à evolução da pandemia”, com 77% a garantir que, apesar das melhorias visíveis face ao Natal transato, vai continuar a adotar medidas de prevenção. Uma parte significativa afirma que vai manter a segurança sanitária (33%) e ter cuidados redobrados com os familiares mais idosos (21%), enquanto 16% assegura que pretende realizar teste à covid-19 antes de se juntar com os familiares.

Por sua vez, 21% dos inquiridos mostram-se mais esperançosos e destacam a expectativa de que não seja necessário adotar medidas preventivas.

O inquérito em causa envolveu um total de 600 portugueses, homens e mulheres, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos.

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