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Portugueses acreditam que 2022 será “um ano melhor”

Portugueses acreditam que 2022 será “um ano melhor”

Depois de outro ano bastante controverso, com altos e baixos, devido à pandemia de covid-19, os portugueses depositam esperança em 2022. Uma parte significativa (45%) considera que o próximo ano será “melhor” do que este, sendo que, destes, 8% acredita que será “muito melhor”.

Por sua vez, 51% dos portugueses considera que 2022 será “igual” a 2021 e 3% que será “pior” ou “muito pior”, de acordo com um estudo do Observador Cetelem.

Os dados indicam que os mais otimistas relativamente ao novo ano são os mais jovens assim como os cidadãos com melhores rendimentos (68%). Já os inquiridos com idades compreendidas entre os 54 e os 64 anos são os que olham para o futuro de forma menos positiva, com apenas 29% a esperarem um ano melhor.

Nas duas grandes Áreas Metropolitanas do país observa-se “uma grande diferença”, com os inquiridos da Área Metropolitana do Porto (57%) a mostrarem-se mais otimistas face ao novo ano do que os da Área Metropolitana de Lisboa (20%).

No que respeita aos desejos de ano novo, os planos são vários e dividem-se entre mais eventos em família ou passados entre amigos, se a pandemia assim o permitir. O estudo revela que 78% dos portugueses já têm “alguns planos para aproveitar o novo ano”, com 45% a indicar que pretende passar mais tempo com a família, uma tendência mais acentuada entre o género feminino (47%) e os inquiridos com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos (51%).

Simultaneamente, 27% dos inquiridos admite que quer retomar atividades que ficaram suspensas devido à pandemia, 22% que deseja viajar mais e 18% manifesta vontade em ir a mais concertos ou festivais.

No que respeita aos festejos do réveillon, apesar de aumentar a intenção de celebrar fora, os resultados mostram que são muitos os que vão optar por ficar em casa (62%), nomeadamente, os inquiridos a partir dos 55 anos (83%).

Os jovens entre os 18 e os 34 anos pretendem, por sua vez, passar a festividade em casa de amigos ou outros familiares (33%), completa o estudo do Observador Cetelem. O inquérito em causa teve por base as respostas de 600 indivíduos, residentes em Portugal continental, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos. 

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