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Portugal doará meio milhão de vacinas a Angola

Portugal doará meio milhão de vacinas a Angola

Até ao final deste ano, Portugal vai doar meio milhão de vacinas a Angola no âmbito do combate à covid-19, anunciaram responsáveis dos dois países, na passada quinta-feira, no Aeroporto Internacional 4 de fevereiro, em Luanda.

O anúncio foi feito enquanto decorria a entrega da segunda remessa de vacinas doadas por Portugal no âmbito da cooperação com Angola, composta por 134 mil doses de AstraZeneca, além de seringas, agulhas e outros materiais.

Sílvia Lutucuta, ministra da Saúde de Angola, agradeceu a solidariedade com o povo angolano, que “cimenta os laços de amizade e cooperação” entre os dois países, classificando Portugal como “um parceiro estratégico” na luta contra a pandemia. Referiu também que “esta doação é um apoio muito grande. Tivemos informação que muito em breve vamos receber outros lotes de vacinas, em quantidades superiores e provavelmente teremos meio milhão de vacinas doadas por Portugal”.

Pedro Pessoa e Costa, embaixador de Portugal, indicou que durante a próxima semana, mais 185 mil vacinas serão enviadas para Angola: “isto significa o respeito que temos por Angola e pelos angolanos e o reconhecimento pelo que está a ser feito no combate à covid-19. Sabemos que só estaremos todos salvos quando todos estivermos vacinados”, destaca o embaixador.

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A totalidade das doações serão entregues até ao final do ano segundo garante o diplomata que realça “estamos a trabalhar nisso com as autoridades angolanas e com a senhora ministra”.

Também a questão dos certificados digitais está a ter desenvolvimentos, de forma a garantir a atribuição do mesmo a cidadãos vacinados em Angola: “acreditamos que, a curto prazo, já teremos resolvido esta questão”, salientou, lembrando que as pessoas vacinadas também podem ser infetadas se não tiverem os cuidados devidos, pelo que tal não significa o fim das restrições.

Angola tem atualmente apenas 6% de vacinados.

A ajuda enquadra-se na segunda fase do Plano de Ação na resposta sanitária à pandemia de covid-19 entre Portugal e os países africanos lusófonos e Timor-Leste, que prevê a disponibilização de, pelo menos, 5% das vacinas contra a doença adquiridas por Portugal.

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