A Delta Air Lines revelou que, a partir de 21 de maio de 2026, vai estrear o seu primeiro voo direto diário entre o Porto e Nova Iorque-JFK. A transportadora norte-americana integra este lançamento no plano de expansão transatlântica da companhia.
“A Delta Air Lines vai lançar o seu primeiro voo direto diário de sempre entre o Porto e Nova Iorque-JFK a partir de 21 de maio de 2026, passando a ligar as duas vibrantes cidades costeiras nas duas margens do Atlântico”, destacou a empresa em comunicado.
Foi ainda referido que a nova ligação se junta “às duas rotas diretas anuais de Lisboa para Nova Iorque-JFK e Boston e faz parte da mais ampla expansão transatlântica da Delta” (via Porto Canal).
“O novo voo direto da Delta, entre Nova Iorque-JFK e o Porto, faz parte de sete novas rotas europeias que vão ser lançadas no próximo verão, para oferecer aos clientes ainda mais oportunidades de experienciar a Europa e desfrutar do nosso serviço” – explicou Paul Baldoni, vice-presidente sénior de planeamento de redes da companhia aérea.
A Air France-KLM, em nota enviada à agência Lusa, felicitou-se “com a abertura de uma nova rota na mais sólida joint venture transatlântica do setor, graças ao lançamento do voo Porto-Nova Iorque JFK pela sua parceira Delta Air Lines”.
Segundo a transportadora, “em conjunto, a Air France, a KLM, a Delta Air Lines e a Virgin Atlantic asseguram mais de 300 ligações diárias entre a Europa e a América do Norte, e este novo serviço vem reforçar a relevância crescente do mercado português para os Estados Unidos e vice-versa”.
O grupo franco-holandês sublinhou ainda: “se a Air France-KLM vier a ser escolhida para adquirir uma participação na TAP, esta nova operação, integrada na joint venture transatlântica que inclui a Delta e a Virgin Atlantic, será mais um indicador para cumprir os objetivos de aumento de conectividade e de desenvolvimento de outros aeroportos além de Lisboa previstos no processo de privatização”.
A empresa rematou que “qualquer colaboração entre a TAP e a Delta, numa fase inicial, será feita em condições de independência e poderá estar sujeita a aprovação regulatória”.