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Recheio 2024 Institucional

Porto tem mais de 200 novos estacionamentos pagos no centro

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O Porto tem mais 239 novos lugares de estacionamento pago em mais de dez ruas espalhadas pela cidade.

Os novos aparcamentos foram criados pelo consórcio EPorto nas “zonas de expansão” previstas no contrato, depois de serem aprovados pela autarquia, e dizem respeito à “área mais central da cidade”, onde existem duas zonas com lugares pagos de estacionamento muito antes de o serviço ser entregue a uma empresa, esclareceu à Lusa Nuno Santos, adjunto do presidente da autarquia, Rui Moreira.
Os lugares foram criados na rua Arnaldo Gama/Largo de Actor Dias (43 espaços de estacionamento), na praça do Infante D. Henrique (3), nas ruas do Comércio do Porto (4), Nova da Alfândega (31), Azevedo de Albuquerque (47), Dr. António Sousa Macedo (8), largo do Viriato (19), ruas de Alberto Aires de Gouveia (9), Miguel Bombarda (16), travessa de S. Carlos (7), ruas General Silveira (2) e do Breyner (27) e Campo 24 de Agosto (23).
A Câmara do Porto revelou em fevereiro ter a expectativa de encaixar “à partida” oito milhões de euros com a concessão de estacionamento da cidade, que entrou em vigor a 1 de março, para 4227 lugares e que pode chegar aos seis mil no primeiro ano de contrato com a empresa EPorto (consórcio composto pela Empark, Resopre e Dornier), que venceu um concurso público em setembro.
São duas as taxas a cobrar. A taxa “A” é de 50 cêntimos por hora nas zonas de Guindais, Sé, Cordoaria, Alfândega, Hospital Santo António, Cedofeita; e a taxa “B” de um euro por hora na Ribeira, Mouzinho, Batalha, Aliados, Carlos Alberto, Trindade e Bolhão.
“Os lugares estão a ser criados nas zonas da cidade que já tinham parcómetros. O mapa das Zonas de Estacionamento de Duração Limitada tem três zonas: uma, branca, em que não há parcómetros, e que coincide com zonas que são, sobretudo, residenciais. Na área mais central da cidade, existe uma zona taxada a um euro a hora e outra a 0,50 cêntimos. É nestas que o concessionário pode colocar novos lugares, mediante a aprovação da Câmara”, explicou Nuno Santos.
“Não se trata de ir para novas zonas, mas de instalar parcómetros em novas ruas, nas mesmas zonas”, frisou, explicando que esta delimitação é feita pela autarquia “com base na política de mobilidade”.

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