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Porto quer municipalizar recolha de lixo

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A Câmara do Porto quer gerir a recolha de lixo em toda a cidade, acabando com a concessão a privados em 50% da cidade e preparando a criação de uma empresa municipal para o Ambiente.

A proposta de não renovação do contrato de concessão dos serviços de recolha de resíduos e limpeza em metade do concelho, que termina em 2016, vai ser debatida na reunião de câmara de terça-feira.
De acordo com o município, “serão os serviços da própria autarquia a recolherem os recicláveis em toda a cidade”, com o objetivo de “tornar o sistema mais transparente e operar uma redução dos custos, o que poderá vir a refletir-se na redução das tarifas aos munícipes”.
Com a mudança, a Câmara espera “aumentar a eficiência e limpeza da cidade” e alcançar uma diminuição de “mais de 10%” nos custos com a Recolha e Limpeza Urbana.
De acordo com o vereador do Ambiente, Filipe Araújo, estima-se que o custo global da atual concessão seja de 3,7 milhões de euros.
“Garantindo-se a adequada formação específica necessária aos recursos a realocar, será possível evitar a externalização de serviços, cujo custo global se estima em cerca de 3,7 milhões de euros por ano”, notou o autarca.
A autarquia divulgou ainda estar a preparar “a criação de uma empresa municipal para o ambiente” que “trará ganhos de eficiência de recursos e poderá impulsionar uma maior libertação de pessoas para incorporar outras divisões” camarárias.

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