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Porto, Matosinhos e Gaia recuam no desconfinamento

Porto, Matosinhos e Gaia recuam no desconfinamento

O elevado número de casos diários de infeções por covid-19 que Portugal tem vindo a registar, nos últimos dias, têm ditado um recuo geral no desconfinamento do país. Na última semana, a lista de concelhos de risco “muito elevado” passou de 19 para 33 e a de concelhos de “risco elevado” de 26 para 27.

O anúncio foi feito pela ministra de Estado e da Presidência, depois da reunião de Conselho de Ministros. “Continua a verificar-se um agravamento da pandemia, em particular desta semana, em que a média diária de casos subiu 54% (…) Portugal continua nesta zona vermelha da matriz e, do ponto vista do território, também vamos alargar o número de concelhos aos quais se aplicam um conjunto de restrições”, alertou Mariana Vieira da Silva.

O concelho do Porto está, atualmente, sinalizado com risco “muito elevado”, enquanto Matosinhos e Vila Nova de Gaia, que estava em alerta na última avaliação, integra, agora, o lote de concelhos de risco “elevado”.

Nestes concelhos, além das regras que já haviam sido anunciadas (https://viva-porto.pt/porto-volta-ter-recolhimento-obrigatorio/ ), como proibição da circulação na via pública a partir das 23h00, teletrabalho obrigatório e funcionamento dos estabelecimentos de restauração, durante a semana, apenas até às 23h00, aplica-se, agora, a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital covid-19 ou teste negativo para entrar em estabelecimentos turísticos, alojamentos locais ou em restaurantes.

“Nos municípios de risco elevado e muito elevado, às sextas-feiras a partir das 19h00, ao fim-de-semana e aos feriados, o funcionamento de serviço de refeições no interior dos restaurantes apenas é permitido a clientes portadores de Certificado Digital COVID da União Europeia ou teste negativo”, anunciou a ministra.

Já o acesso a estabelecimentos turísticos ou a estabelecimentos de alojamento local está dependente, em todo o território continental, “da apresentação pelos clientes, no momento do check-in, de Certificado Digital COVID da União Europeia ou teste negativo”.

Os concelhos de risco muito elevado, recorde-se, registaram uma incidência cumulativa superior a 240 por 100 mil habitantes, ou de 480 por 100 mil habitantes, no caso dos municípios de baixa densidade. São 33, no total, a saber: Albufeira, Alcochete, Almada, Amadora, Arruda dos Vinhos, Avis, Barreiro, Cascais, Faro, Lagos, Lisboa, Loulé, Loures, Lourinhã, Mafra, Mira, Moita, Montijo, Mourão, Nazaré, Odivelas, Oeiras, Olhão, Porto, Santo Tirso, São Brás de Alportel, Seixal, Sesimbra, Silves, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Vagos e Vila Franca de Xira.

Na lista de “risco elevado”, por terem registado uma incidência cumulativa superior a 120 casos por 100 mil habitantes, ou 240 casos por 100 mil habitantes no caso dos municípios de baixa densidade, encontram-se, além de Gaia e Matosinhos, os concelhos de Albergaria-a-Velha, Alenquer, Aveiro, Azambuja, Bombarral, Braga, Cartaxo, Constância, Ílhavo, Lagoa, Óbidos, Palmela, Portimão, Paredes de Coura, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Setúbal, Sines, Torres Vedras, Trancoso, Trofa, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão e Viseu.

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