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Porto: Iluminação pública vai ser substituída por luzes LED

Porto: Iluminação pública vai ser substituída por luzes LED

O Município do Porto decidiu investir num novo sistema de iluminação pública, através de tecnologia LED, que vai contribuir para a “diminuição do consumo de energia elétrica em cerca de 60%, proporcionando assim uma significativa redução das emissões de gases com efeito de estufa a partir da cidade do Porto”.

A Câmara do Porto vai abrir um concurso público internacional para o fornecimento e instalação de luminárias de tecnologia LED em toda a cidade. As estimativas apontam para uma redução anual de 3.800 toneladas de CO2 libertado para a atmosfera.

O concurso público estará dividido em 12 lotes que cobrem todo o concelho e o preço-base agregado total ascende a 8,1 milhões de euros. Os vencedores ficarão vinculados a um contrato que vigorará por um período máximo de três anos.

“Amortizando o custo do equipamento à redução dos consumos, em 5,8 anos a solução económica global encontrada pela Câmara do Porto passa a ser positiva, conforme indica a proposta assinada pela vereadora dos Transportes, Fiscalização e Proteção Civil, Cristina Pimentel, que é votada na reunião de Executivo Municipal do próximo dia 23 (segunda-feira)”, lê-se no portal de notícias da autarquia.

Segundo explica o Porto., a nova iluminação pública LED vai contribuir para a “diminuição do consumo de energia elétrica em cerca de 60%, proporcionando assim uma significativa redução das emissões de gases com efeito de estufa a partir da cidade do Porto. Tudo isto sem comprometer a qualidade da iluminação a um menor custo”.

Para além dos benefícios ambientais e económicos, a utilização de tecnologia LED vai “resultar numa melhoria geral da qualidade do sistema de iluminação pública, tornando o espaço público mais confortável e seguro para a sua utilização”.

De recordar que o Município do Porto subscreveu o Pacto dos Autarcas para o Clima e Energia, que definiu o objetivo de redução de emissões de CO2 em 40% até 2030. No entanto, a autarquia “decidiu ir ainda mais longe do que as metas estabelecidas pela União Europeia e pelo Acordo de Paris e estabeleceu para si a meta de redução em 50%”.

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